5 Dicas Preciosas de Manutenção na Bike

Bicicleta boa é aquela que a gente pega e sai andando com ela sem fazer barulho, sem ranger, sem estalos, com câmbio regulado, freando bem e rodando solta, leve.  Enquanto ela é novinha, recém comprada é bem fácil, mas como conseguir manter isso na bicicleta depois de um tempo de uso? Nosso conselho é de que você faça regularmente uma manutenção na bike. Leve sua bicicleta para fazer revisão numa bicicletaria de confiança, verificar troca de pastilhas de freio, corrente ou outras peças que com o tempo  desgastam. De quando em quando? Vai depender da frequência que você a utiliza, então é bom sempre estar atento.

manutenção de bike

imagem: grupodabike.blogspot.com.br

Mas tem alguns cuidados que você pode tomar em casa regularmente, que ajudam a manter sua bicicleta bacana por um bom tempo, evitando desgastes muito rápidos das peças e aqueles barulhos indesejáveis, veja:

1 – Pneus sempre calibrados – importantíssimo! Já vi gente achando que a bicicleta estava ruim, parecendo que carregava um caminhão enquanto pedalava, quando só precisava calibrar os pneus. Mas qual a pressão que se coloca? Observe no próprio pneu, ele vai dizer a pressão máxima, recomenda-se  colocar no máximo  até 10% abaixo do recomendado, nunca a pressão máxima indicada . Pode calibrar no posto de gasolina mesmo, ou se for usar bomba de encher pneu que não tenha indicador de psi, encha até sentir que o pneu está duro o suficiente para você não conseguir apertá-lo com os dedos.

2 – Manter a bicicleta limpa –  passar um pano úmido sempre que você volta da rua é básico. Caso ela esteja com muita areia ou barro na corrente, deixe secar e retire essa sujeira com uma escovinha de dentes. Se ainda ficar acumulado, use um pincel embebido em querosene para limpar essa área. Já ouvi dizerem para evitar jatos de água para lavar a bicicleta, mas confesso que quando volto daqueles pedais off road, com muita areia, barro ou maresia gosto de dar banho de mangueira na minha bichinha e nunca tive problema por isso. Só não jogo jato de água nos cubos e movimento central e jamais use lavadora de pressão!

3 – Lubrificar –  Depois da bicicleta limpa e seca, lubrificar a corrente com óleo seco vendido em bicicletarias (não usar WD-40 que é desengordurante, use o óleo lubrificante seco.). Ou mesmo quando a corrente começa a ranger, colocar uma gota de óleo em cada elo da corrente girando o pedal para trás lentamente, cuidando para não respingar óleo nos freios e retirando o excesso de óleo segurando um pano limpo abaixo da corrente e girando novamente o pedal para trás.

4 – Checagem dos freios – faça uma checagem periódica dos freios (sempre que for sair com a bicicleta). Aperte com força separadamente o freio dianteiro e o traseiro. Se ao frear a bicicleta continuar deslizando mesmo que levemente, há que trocar as sapatas se for freios V-Brake  ou regular as pastilhas girando-as muito delicadamente se for freios a disco. Caso não seja mais possível girar as pastilhas para regulagem, corra numa bicicletaria para trocar as pastilhas por novas.O mesmo deve ser feito no caso das sapatas do freio V-brake estarem desgastadas. Ah, e não tente regular os freios depois de uma descida longa, elas estarão quentes a ponto de fritar sua pele.

5 – Checagem dos cabos de freios e câmbio – observe sempre se há algum cabo de freios ou câmbio descascando. Se isso ocorrer, leve sua bicicleta imediatamente a uma bicicletaria para troca dos cabos.

Com esses cuidados você consegue manter sua bike sempre pronta pra usar e também perceber com mais agilidade a necessidade de trocar alguma peça ou levar para a revisão.
Para os interessados em saber mais sobre mecânica de bike, reformas, pneus , acessórios e ferramentas, há um ebook completo sobre o assunto, o Curso Bicicleteiros do Brasil, escrito pelo Cabral Veríssimo, disponibiliza até certificado para quem tem interesse em trabalhar na área. E para quem só quer aprender a cuida da sua mesmo, é um excelente guia. Saiba mais aqui.

😉

Ciclovia da Av. Paulista em São Paulo

Semana passada a ciclovia da Av. Paulista, em São Paulo, foi inaugurada. Entre discursos de amor e ódio, entendemos que quem ganha é a população da cidade.
A gente sabe que existem milhões de pessoas no mundo, cada uma com seu modo de pensar e enxergar as coisas, com diferentes preferencias políticas, e  modo de defender seus interesses. Mas não temos como não entristecer diante de tantas manifestações contra as ciclovias de São Paulo, gente mais preocupada com seu próprio umbigo, ou simplesmente por briga partidária, que acaba ficando cega para as necessidades da população como um todo. É claro que é muito confortável assistir a vida passar de dentro do seu carro, com ar condicionado e sua playlist preferida tocando no iPod, mas nem sempre é o melhor em termos de qualidade de vida (estamos falando de mobilidade, de se deslocar rapidamente e ter certeza do tempo que vai levar do ponto A ao B). Acontece que isso não é mais possível, continuar fomentando uma prática individualista e insustentável vai nos levar ao completo caos.
Em entrevista ao G1, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad disse: “É uma vitória do ativismo a favor da sustentabilidade. Isso não é questão partidária. É um erro tratar isso do ponto de vista partidário. Nós estamos cometendo um grave erro. Todo mundo tem que apoiar certos projetos: metrô, faixa de ônibus, ciclovia. Isso tem que ser suprapartidário. Estão cometendo um erro fomentando a intolerância. Isso não leva a sociedade a lugar nenhum. Existe o espaço da disputa e existe o espaço do consenso. A gente tem que reaprender a lidar com os consensos para não colocar a perder o bem estar social”.
Florianópolis, e as demais cidades do país, precisam urgente de pessoas com esse tipo de visão no poder. Floripa tem tudo para ser uma cidade ciclística, paisagens belíssimas, muitos trajetos em terrenos planos, morros com inclinações “pedaláveis”, clima propício e uma população fisicamente ativa, que gosta de esportes e é atenta a saúde.
Incentivar o uso da bicicleta na sua totalidade (isso inclui transporte), implantando ciclovias bem feitas, só traz ganhos para a cidade:

– Preserva a integridade do ciclista;
– Melhora a saúde pública de forma geral, menos gasto com remédios;
– Menos poluição;
– Diminui o número de carros nas ruas, diminuindo assim o número de acidentes;
– Estimula o comércio, pois as pessoas não precisam de vagas de estacionamento para frequentar o local;
– É bom para o turismo;
– Diminui o estresse da população; e por aí vai…

Ciclovias são importantes para as cidades sim, e não se trata de ser contra os veículos particulares, e sim uma busca pelo equilíbrio entre pedestre, o ciclista, usuário do transporte público, e transporte motorizado individual. Se mais gente se sentir confiante de usar a bicicleta pra se deslocar, menos carros estarão disputando espaço nas ruas, e quem realmente precisa da rua livre e rapidez pros deslocamentos de carro e ônibus, vai ter!
Floripa também quer e precisa de ciclovias. Sonho seria as autoridades daqui se espelharem nesta iniciativa e perceberem a importância de proteger a vida do ciclista e estimular o uso da bicicleta como aliada no planejamento do crescimento das cidades.

Enquanto isso, numa das míseras ciclofaixas de Floripa, nossos motoristas:

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Autor do vídeo: Ari Laercio Boehme
E você, qual sua opinião? Quais os ganhos que a população teria se tívessemos mais ciclovias em Florianópolis?

A charmosa caixa de madeira para bicicletas

Quem usa a bicicleta no seu dia a dia, como meio de trasporte para  cumprir suas tarefas, está sempre buscando alternativas para deixar sua bike mais funcional. Transportar coisas na bicicleta acaba sendo uma das questões que impossibilitam as pessoas de usá-la com mais frequência.
Ir ao mercado, por exemplo, torna-se uma tarefa trabalhosa para quem não tem acessórios eficazes para trazer as compras de um jeito seguro. Alguns usam mochilas, ou alforjes, mas reclamam que pela forma como as coisas são organizadas dentro das bolsas, acabam sofrendo avarias, frutas e verduras são as que mais sofrem… Uma boa solução para isto é o uso de caixa de madeira para bicicletas que podem ser acopladas na magrela. Porém, não é qualquer caixa que se consegue fixar com facilidade ao guidão, e nem é qualquer caixa que além de funcional ainda deixa sua bike mais estilosa.
Há alguns dias conhecemos a Traditional Bike Box, caixas que são feitas em MDF junto com técnicas de envelhecimento. As caixas são tanto para a dianteira quanto para a traseira. São leves, estáveis e fáceis de serem ajustadas. Vêm com um kit que inclui o suporte para a caixa ser fixada na bike.
tradicional bike box, caixa de madeira para bike
O produto foi desenvolvido por Luciano e Verônica, um casal que veio do Rio Grande do Sul para Balneário Camboriú, SC, há quase um ano, e aqui encontraram condições para fazer da bicicleta seu meio de transporte, como tanto sonhavam na antiga cidade.
O Luciano é psicólogo e Verônica jornalista, depois de algumas viagens que fizeram para fora do Brasil (Europa, EUA, África do Sul), viram que era muito comum ter uma “caixa” de madeira junto a bike para transportar o que quiser, muitas pessoas usavam caixas de vinho para isso, então as ideias começaram a surgir e eles foram dando uma identidade para a caixa até chegar na Traditional Bike Box.

tradicional bike box, caixa de madeira para bike

“Queríamos uma caixa com um aspecto vintage e com um ar de elegância, do mesmo modo uma caixa básica e clássica. Pensamos diversos tamanhos, formatos, cores, nomes e logomarcas até chegar ao produto final. Nisso foram vários meses de ideias e testes. Fazemos um trocadilho com o senso comum da palavra Traditional (Tradicional), onde buscamos demonstrar que o Traditional depende do universo particular de cada um.
Hoje temos a marca Traditional Bike Box, a caixa para bicicleteiros. Produzidas artesanalmente, uma a uma, com carinho para o bicicleteiro.”

tradicional bike box, caixa de madeira para bike

As medidas são 29x20xh19cm para as caixas dianteiras e 29,5x21xh20cm para as caixas traseiras. E você encontra essas belezinhas aqui na nossa loja vitual.
Para quem quiser acompanhar as novidades, é só acompanhar a Traditional Bike Box no Facebook: clique AQUI

tradicional bike box, caixa de madeira para bike
Sempre existem opções para quem quer mudar de hábitos e melhorar sua qualidade de vida… fazer compras de bike não é  um problema, as alternativas são inúmeras e para todos os gostos, é só querer. 😉

 

 

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6 Dicas para pedais de longa duração

Vocês já imaginaram passar 4, 5 ou mais horas pedalando por aí?

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Hoje vamos te dar dicas de como fazer um pedal longo sem voltar pra casa um morto-vivo ou arrependido da aventura.

1 – PLANEJAMENTO – Antes de mais nada ele precisa ser planejado ok? Não dá pra sair pra fazer 15km e de repente mudar de idéia e fazer na sorte 115km, pode ser traumatizante. Planeje o roteiro, veja se tem muitas subidas, se elas são isoladas em uma parte do trajeto e em todo ele (preparar o psicológico para possíveis perrengues é uma ótima dica!) busque companhia e abasteça-se do que vai precisar durante o trajeto.

2 – RESISTÊNCIA FÍSICA – Não aventure-se a percorrer 90km de uma vez se você só está acostumado a pedalar 9 km diariamente pra ir ao trabalho. Treine seu corpo, pedale ao menos 3 vezes na semana regularmente e escolha um dia da semana para ir aumentando as distâncias progressivamente. Isso também vai proporcionar que você acostume a sua bunda a ficar tanto tempo em contato com o selim (banco da bicicleta). Por ser o maior ponto de contato do seu corpo com a bike, é ela (a bunda) quem vai te fazer sofrer mais se a região não estiver acostumada, ou como chamamos:calejada. A escolha de um bom selim também ajuda, o blog Pedal Glamour já escreveu um super post sobre o assunto e a gente recomenda a leitura.

3 – CONFORTO – Ainda sobre bundas, selins e assaduras: não use calcinhas ou cuecas por baixo da roupa de ciclismo, isso vai lhe trazer um conforto muito maior durante o  pedal longo, acredite. Faça o teste e depois nos conte! As bermudas/calças de ciclismo possuem aquela proteção de espuma que são feitas pra isso, pra usar sem nada por baixo, depois você dá aquela lavada caprichada quando chegar em casa e voilá! Tá nova!

4 – PORTEÇÃO SOLAR – No inverno a gente já anda de blusa comprida e calças que protegem bastante, mas nas outras estações do ano, sofremos muito com o sol na nossa pele, o sol forte e constante desidrata mais rapidamente e desgasta mais resultando inclusive em perda de rendimento, força. Além do filtro solar, indicamos usar uma camisa dryfit de cor clara, ela ajuda muito a manter sua pele protegida e mais fresca. Nas pernas, não vemos muito problema em pegar sol, só reaplique o filtro solar com frequência porque com o suor ele sai. E se o seu capacete não tiver aba protetora, leve um boné/chapéu para proteger melhor o rosto, evita de ficar com a marca das tiras do capacete nas bochechas.

5 – HIDRATAÇÃO – importantíssimo! Não fique mais de 20 minutos sem beber água. Esteja preparado com água suficiente para o trajeto, e se passar por algum bar/posto/lanchonete, compre água e reponha na sua caramanhola (garrafinha de água/squeeze). Se for pedalar em locais mais rurais ou despovoados, leve pastilhas de purificação de água (geralmente na Decathlon tem, ou lojas de artigos para trekking), assim você pega água nos rios e pode beber sem preocupação de estar ingerindo água imprópria para consumo humano.  E pedalar sem água não dá! Outra dica: para mantê-la fresca por mais tempo, um dia antes coloque água na caramanhola até a metade e deixe no freezer até a manhã seguinte. Antes de sair complete com a água gelada e pronto! Ela vai descongelando durante o dia e você tem sempre água geladinha pra beber!

6 – ALIMENTAÇÃO – leve algo para beliscar nas paradas durante o trajeto, pois ficar muito tempo pedalando sem comer vai te deixar mais fraco e cansado. Sugestões: mix de sementes e frutas secas, paçoquinhas de amendoim (adoro!), frutas frescas ou até um sanduíche caprichado feito em casa e levado no alforje ou bolsa. Isotônicos também são uma ótima opção para reposição de minerais  e o gel de carboidrato a cada 1 hora também dá uma boa energia para manter-se bem.

Então agora é planejar o próximo pedal e sair pra conhecer novos lugares, aproveitar cada vez mais!

 

Pedalar a dois: amor e parceria.

Dias dos namorados está batendo na porta para alegria de uns e desespero de outros. Neste dia alguns esperam ansiosamente para encontrar seu amor, fazer um programa especial, trocar presentes e ouvir juras de amor eterno. Outros não vêem a hora do dia acabar e passam longe do Facebook, que vibra com tantos corações na timeline. Uns adoram este dia, outros odeiam (talvez por sentirem uma pressão invisível, mas que se sente na pele, para estar com alguém nesse dia), e tem aqueles que não se importam.
Mas hoje queremos mesmo é aproveitar todo esse amor que está no ar para falar de relacionamento e parceria.Em uma época em que supervalorização das aparências é a tendência da vez, onde a grande maioria é feliz no Instagram e vazia na vida real, muitas pessoas se esquecem quais são os verdadeiros motivos para se estar ao lado de outra pessoa. Estar com alguém é questão de escolha. E na hora de escolher ficar, parceria é fundamental!
Ter alguém que caminha (ou pedala! :D) ao seu lado e te mostra que você não precisa encarar o mundo sozinha é sensacional!
Ser parceiro é deixar de olhar para seu próprio umbigo, colocar de lado um pouco o que é importante para si mesmo, para enxergar as necessidades do outro. É saber que mesmo nos seus piores dias, esta pessoa não vai te dar as costas e sair pela porta, ela vai respirar fundo e esperar a tormenta passar. É deixar de lado crenças e paradigmas e estar aberto a experimentar novas coisas, enfrentar novos desafios e projetos por outra pessoa. E quando tudo isso não significar sacrifício, então encontramos um parceiro de vida, o amor na sua melhor forma.
Foi seguindo essa fórmula: amor + parceria, que vim parar no ciclismo. Como eu já contei aqui, voltei a pedalar por influência do meu esposo, e desde então a gente sempre pedala juntos, ou sempre que as agendas coincidem. Muitas vezes é preciso  se esforçar pra conseguir chegar a tempo no pedal, ou deixar de fazer algo pra poder pedalar. Costumamos já reservar os dias da semana em que tem pedal pra não ter desculpa, é compromisso nosso, meu com ele e nosso com a saúde.
Pedalar a dois nos permite sair da rotina, fugir dos compromissos tradicionais e há algum tempo nos motiva a criar novas experiências que antes não pensávamos em fazer, como as cicloviagens e passeios. Estamos sempre planejando um lugar novo pra ir de bicicleta, ou quando vamos visitar parentes, viajar de férias, sempre pensamos como incluir a bicicleta no roteiro.
O fato de lidar com a mecânica da bicicleta, ajustar o condicionamento fisco de cada um e as preferências quando pedalamos, nos permitiu uma parceria ainda maior do que já tínhamos enquanto casal, além de aumentar nossa cumplicidade.
Um dá apoio ao outro nas dificuldades, vibra junto nas vitórias, elogia, critica, dá palpite… Enfim, é quase uma terapia de casal, só que muito mais divertida e espontânea!! 😀

pedalar a dois

Aline e Ari

Além de tudo isso, pedalar nos trouxe novos amigos, novos assuntos, novos horizontes!! Não posso dizer que funciona pra todos os casais, mas pra nós só aumentou a conexão…

Pedalar a dois

Aline e Ari

E também conheço solteiros que viraram casais depois que começaram a pedalar! Sim, porque os pedais também rendem outros encontros e eventos, uma troca de palavras aqui e ali, e assim as pessoas vão se descobrindo, se conhecendo e…  (Que não é o caso da foto abaixo, tá?)

Pedalar a dois

Michelle e Thiago

Leve seu amor para pedalar neste dia dos namorados… Quem pedala (a dois) é mais feliz! Muito a mor e muita parceria para todos, e não só no dia dos namorados, nos outros 364 dias do ano também… 😀

 

Colaboração: Michelle Maria Mafra

 

 

Bicicletas em Madri

Antes de começar a contar sobre a nossa aventura no Caminho de Santiago de Compostela, queria contar um pouco do que vi em Madri, onde passamos um dia inteiro antes de ir para Roncesvalles, onde começamos o caminho.
Um dia é  muito pouco para conhecer essa cidade enorme e cheia de atrações turísticas e culturais, mas demos uma boa volta no centro e seus arredores e eu vou contar um  pouquinho do que eu vi.
Como não podia deixar de ser, fiquei muito atenta às ruas, e pra falar a verdade fiquei eufórica ao ver tanta gente com bicicletas em Madri, utilizando-a como meio de transporte mesmo. Tanto que mal conseguia fotografar… rsrsrs

Bicicletas em Madri

Vi muitas mulheres, indo e vindo no meio do trânsito de Madrid que é  bem frenético, e apesar de ter observado por pouco tempo, não vi nada de stress ou situações que colocassem em risco os ciclistas, todos se entendiam muito bem.

Bicicletas em Madri

Bicicletas em Madri

Bicicletas em Madri

Lá existe um sistema de aluguel de bicicletas, como o que estão tentando implantar em Floripa sabe? #Sóquenão… Lá são todas elétricas! 😀

Bicicletas em Madri

Bicicletas em Madri

Nessa última foto dá pra ver que as bikes têm cada uma um indicador da bateria: vermelha ou verde.
E o melhor de tudo: o respeito dos carros com pedestres e ciclistas, mesmo fora das ciclovias. É lindo de ver!! Nós não pedalamos em Madrid, mas enquanto pedestre era só se aproximar do meio-fio para atravessar a rua que o carro já parava antes de você descer o pé da calçada… Dava até uma emoção!! hahaha… “Ele parou pra mim? Mesmo?”
E com os ciclistas era nítido o respeito do espaço mínimo de 1,5m de distância, tudo muito natural. Como deveria ser em qualquer lugar né?

Bicicletas em Madri

Bicicletas em Madri

E ainda muito charme por todo o lado.. Encantadora Madrid! <3

Quero voltar pra te conhecer melhor viu?!

 

 

Bela na Bike do mês de maio

São muitas belas na bike Brasil a fora, e hoje quem compartilha sua história com a gente é a Viviane Mendonça de Curitiba…  ela é um arraso! Um exemplo para todas nós.
Quem a vê circulando em sua bicicleta pelas ruas de Curitiba conclui que ela poderia perfeitamente ser uma francesa de Paris ou uma italiana de Milão. O cabelo curtinho e o estilo moderno elegante de Viviane Mendonça, 37 anos, combinam com roteiros de filmes europeus e cenários de cinema. Mas, esta professora de Geografia da rede estadual de ensino nasceu em Lunardelli, no Paraná. De lá, trouxe a simplicidade deliciosa daqueles que sabem o que vale a pena na vida e uma  certa timidez misturada com recato, bem característica de quem viveu e cresceu no interior.
Viajada, conhece vários continentes e, em boa parte destas viagens, a bike foi o propósito da empreitada ou o meio de locomoção para cumprir o itinerário. Há mais de 10 anos, a magrela faz parte da rotina  de Viviane. Pedalando ela parou de fumar, emagreceu 20 quilos e transformou seu estilo de vida.
A maior mudança, segundo ela, foi no humor.  Porém, os amigos mais próximos sabem que foi muito além disso. Viviane incluiu programas mais agradáveis, uma alimentação mais saudável e viagens inspiradoras na rotina do marido, dos amigos e dos familiares. Atualmente, ela assina a página Vou de bike e salto alto, no Facebook, e tem um perfil no Instagram, onde registra uma infinidade de belezas e detalhes do mundo dos ciclistas.

Foto: Eliandro Oliveira

Foto: Eliandro Oliveira

  1. Qual o espaço que a bicicleta ocupa no seu estilo de vida?
    A bicicleta está presente em todas as áreas da minha vida. Faço trilha todos os finais de semana e participo de algumas competições locais. Sou praticante de cicloturismo há mais de 10 anos, tendo feito alguns roteiros espetaculares como Chapada Diamantina, Chapada dos Veadeiros, Caminho de Santiago de Compostela, trilha do Telégrafo (considerada a pior trilha do Brasil), Serra Gaúcha e tantos outros pelo Brasil a fora. E, por fim, a bike transformou-se no meu meio de transporte. Vou ao trabalho, supermercado, aula de inglês, academia e outros afazeres diários com a minha magrela.
  1. Conte de forma breve, como a bicicleta conquistou espaço na sua rotina?A minha relação com a bicicleta começou aos 15 anos, quando questionada sobre querer debutar, respondi que não e que queria apenas uma bicicleta com cestinha.  Já adulta, quase 20 anos depois, comecei a pedalar aos domingos com grupos de amigos. Fazíamos trechos curtos pela região metropolitana de Curitiba com aproximadamente 30 km. Mais tarde, essas trilhas se tornaram mais longas com 50 ou até 80 km, quando passei a conhecer meu corpo e meus limites. Descobri uma força em mim que não consigo explicar muito bem  até hoje. Mais confiante, passei a fazer cicloturismo e ‘carregar’ a bike para todos os lugares possíveis de se pedalar. Lama e cansaço já não me derrubavam mais. Então, há 3 anos atrás , decidi levar essa minha experiência para o dia-a-dia da minha rotina. Comecei pedalando para o Trabalho e depois fui adaptando outros afazeres diários. Percebi, que nada á impossível até você tentar. O que mais  me intrigava era o fato  de ter que pedalar todos os dias  com aquelas roupas de ciclistas, e claro, a logística seria péssima. Tira roupa, leva roupa na mochila, troca de roupa no trabalho. Não, assim eu não queria, foi aí então, que decidi ir pedalando do mesmo jeito que eu trabalho, ou seja, de bike e salto alto. E não é que funcionou (rsrs). Tive o privilégio de conhecer vários países e entender como lá homens e mulheres pedalam com roupas casuais, pensei: porque não? E, a partir disso, tomei a iniciativa. Primeiro fiz o trecho num domingo de manhã de casa até o meu trabalho acompanhada do meu marido que sempre foi meu maior incentivador apoiando minhas maluquices de bike,  aliás, sem ele eu nunca teria tido coragem de fazer tudo o que faço, somos grandes companheiros unidos pela bicicleta.  Na semana seguinte iniciei o que seria a minha liberdade e independência de ir e vir Já que não dirijo e não tenho carro, minha rotina de locomoção pela cidade se resume em bike, ônibus a pé ou de táxi, exatamente nesta ordem. Escrever este texto para vocês me faz refletir o quanto nós ciclistas mulheres somos diferentes das demais mulheres que não pedalam, e, ao mesmo tempo tão idênticas na coragem, superação e fortes nas nossas batalhas diárias.
  1. Quais foram os benefícios que o uso frequente da bicicleta trouxe para você?Certamente meu humor e meu peso. Já cheguei a pesar 20 quilos a mais que hoje, de 75 kg para 55 kg . Mas isso é passado. Primeiro, a bike mudou meu corpo, depois, mudou a minha cabeça, e, hoje ela mudou a minha vida. Me tornei uma mulher mais bem humorada, já chego pilhada para trabalhar já que tenho que ficar muito atenta nas ruas “né”. Passei a entender melhor o trânsito e por isso respeitá-lo, aprendi que tenho regras rígidas a serem seguidas e que “bancar a espertinha” no trânsito pode tirar a minha vida ou a de outra pessoa. Quando estou na rua meu raciocício é: não faça nada que possa provocar a ira de um motorista ou um pedestre e mantendo-me  sempre correta nas minhas atitudes.
  1. Você costuma se preocupar com seu visual na hora de pedalar?Sim, muito! Você não precisa andar ‘fedidinha’ e muito menos sem maquiagem só porque vai de bike. Visto-me exatamente como se fosse de carro ou de táxi, não deixo de usar nada que goste só porque vou de bicicleta. A partir do momento que entendi que isso era perfeitamente possível, ganhei as ruas imediatamente. Inclusive, acessórios dos mais diversos são muito bem vindos para nós mulheres e ciclistas, deixa você e o trânsito mais leves. Uma das maiores vantagens foi poder ir para muitos lugares de salto alto o que provavelmente não conseguiria andando a pé, principalmente por calcadas irregulares, sonho realizado de ficar de salto o dia todo indo e vindo pelas ruas.
  1. Quais suas maiores dificuldades na hora de se vestir para ir de bicicleta nas atividades de rotina?Felizmente, hoje não tenho dificuldades. Simplificar é a regra da bike. Menos é mais né. Aprendi e adaptei meu dia-a-dia para bicicleta, carregar menos coisas, ir ao supermercado, sim é possível, no inicio assim como toda mudança, quase desisti, mas hoje posso jurar que é possível e fácil.
  1. Quais as maiores dificuldades que você encontra no seu dia-a-dia de ciclista?Muitas. Como em todas as cidades do Brasil. A começar pelo trânsito, que sem dúvida é o problema dos ciclistas de todo Brasil e estabelecimentos sem estacionamentos para bike. Muitas vezes deixo de comer em alguns lugares ou comprar algo porque não há bicicletários .  Também existem os assaltos, já fui roubada uma vez, levaram minha bike e não foi nada agradável. Estes tem sido os grandes desafios por aqui meninas.
  2. Você teria algum truque/dica para ensinar a mulheres que estão começando a pedalar agora?Coragem e muita vontade de ser livre. A sensação do vento na “cara” não tem explicação. As principais dicas que acho super válidas são:. O tipo de bicicleta é importante, se você vai para o trabalho, procure uma bike mais urbana e confortável, com os seguintes acessórios: Cesta que é ideal para carregar alguns itens que nós mulheres sempre temos à mão.   Corrente protegida para não ficar toda marcada de graxa. Lenço no pescoço é essencial pois além de chique ainda protege o nosso lindo pescoço. Ter uma capa de chuva  na sua bike também é importante, principalmente em dias de chuva. Procure não utilizar mochilas, elas fazem com que você sue muito. Para utilizar salto alto no pedal é simples, você só precisa utilizar a parte da frente  do sapato, cuidados com saltos muito finos e muito altos pois podem enroscar no pedal, é muito simples pedalar de salto alto. As dicas que estou dando é para você deixar o medo e experimentar, se joga mesmo, depois você me conta lá no Vou de bike e salto alto. Já para as bicicletas de mountain  bike, elas devem ser mais leves e adequadas ao seu tamanho. Ou seja, para cada estilo de pedalada um tipo de bicicleta.
  1. Que mudanças você gostaria de ver na sua cidade para que a rotina dos ciclistas se tornasse mais tranquila e segura?Respeito mútuo entre as pessoas que ocupam as ruas. Não importa qual o seu meio de transporte, sua origem, de onde vem e para onde vai. Nós precisamos entender que existe espaço para todos e que as ruas não são propriedades particulares, todos temos direitos de ocupar todos os espaços.
Foto: Eliandro Oliveira

Foto: Eliandro Oliveira

Obrigada Viviane por compartilhar conosco sua história, você é um grade exemplo para todas nós!
E para quem quiser acompanhar a Viviane, esta é a página dela no Facebook: Vou de bike e Salto Alto, tem muita coisa bacana por lá, vale a curtida. 😉

 

*Revisão do texto: Isabela França

 

 

 

 

10 Dicas para pedalar no inverno

PEDALAR NO FRIO

 

As desculpas para não usar a bicicleta apenas mudam de acordo com a época do ano. Até mês passado o calor era o campeão dos pretextos, agora o frio aparece como desculpa número um para deixar a bicicleta em casa.
Para aqueles que não desistem frente a um obstáculo, temos algumas dicas para pedalar no inverno que podem ajudar a vencer o desconforto do frio.

1. Alongamento e aquecimento – é natural seu corpo começar a aquecer conforme você se movimenta, certo? Portanto, assim que você começar a pedalar vai sentir calor. Por isso se você fizer 10 minutos de alongamento seguido de algum exercício de aquecimento antes de se vestir, evita de você se encher de casacos e depois querer tirar tudo sem ter aonde guardar.

2. Vestir-se em camadas – não funciona bem a tática de colocar uma blusa levinha e por cima um casacão grosso, porque você vai sentir calor e se tirar o casacão vai passar frio, sem falar pode ainda pegar um resfriado. O ideal é que você vista pelo menos três peças na parte de cima. Uma blusa mais fina, tipo segunda pele, mais um cardigan ou camisa mais grossa, e por último um casaco que corte o vento. Se você estiver indo trabalhar, esse último casaco pode ser de couro, por exemplo.

3. Evitar roupas de algodão – aqui a ideia é evitar o algodão pelo menos na parte de cima, uma blusa de algodão vai absorver seu suor e não vai secar tão cedo, se você não tiver a possibilidade de levar outra blusa para trocar, vai passar o dia com o tecido úmido em contato direto com o corpo, o que não é legal para sua saúde e ainda vai passar frio o resto do dia.

4. Use lenços ou cachecóis: estes são ótimos para proteger o pescoço e parte da boca e nariz, caso seu cachecol seja daqueles mais largos. Sem falar que são práticos para tirar a qualquer momento em que o calor aumentar.

5. Use protetor de orelhas – usando ou não usando o capacete (vale lembrar que isso é um escolha de cada um), o ideal é que nós mulheres estejamos com os cabelos presos na hora de pedalar para evitar que eles atrapalhem nossa visibilidade. Assim sendo, as orelhas ficam desprotegidas e gelaaaaaadas no inverno. Os protetores de orelha resolvem bem este desconforto. São faixas (tipo bandana) feitas de um material que parece o tecido soft, normalmente você encontra no setor de corrida, ou de equipamentos de esqui, nas lojas de esporte. E o legal é que dá pra usar junto com o capacete, diferentemente dos gorros. (a Aline está usando um desses na foto acima)

6. Casaco corta vento – como falado anteriormente, seu último casaco precisa barrar o vento, então escolha algum que seja de couro, ou naylon, ou napa, algum tecido que não seja muito pesado, mas que as tramas sejam fechadas para evitar que o vento chegue até sua pele. Se for impermeável, melhor ainda!

7. Ritmo constante – bom, aqui cada um vai achar seu ritmo, o que for mais confortável para si, porém o ideal é que você comece devagar e vá aumentando aos poucos até achar um ponto de conforto, para evitar a transpiração excessiva. Quando houver subidas, coloque na marcha mais leve e suba devagar.

8. Use luvas – manter as mãos quentes ajuda a diminuir o desconforto causado pelo frio, além de evitar o ressecamento das mãos pela ação do vento.

9. Protetor labial – de preferencia esse que são hidratantes também, pois o vento acaba ressecando muito os lábios também.

10. Nas pernas – para homens, uma laycra embaixo da calça jeans ajuda bastante do dias muito frios. E para meninas temos, além da laycra, as meias-calças! Hoje no mercado é possível encontrar  meias-calças feitas de lã e outras de fios bem grossos. No dia que quiser usar saia, dá até para colocar os dois tipos juntas, a de lã por baixo e uma fio 80 por cima, né? Fica quentinha e superfeminina de saia, só tem que cuidar pra não puxar fio da meia na coroa da bike… rs.

Caso chova, aqui nesse post você pode ver mais dicas.

No mais, tente manter seu corpo quente. Um cafézinho antes e um depois vai muito bem! 😀

Foram 10 simples dicas para ajudar você a pedalar com mais conforto nesse inverno. Mas sabemos que só os fortes sobreviverão. 😉

7 razões para usar mais a bicicleta

7 razoes para pedalar

A verdade é que existem muito mais do que 7 razões para usar mais a bicicleta no seu dia a dia. Os benefícios são inúmeros e interferem tanto no seu bolso quanto no seu relacionamento com sua família, duvida? Então confira apenas 7 motivos e nos diga se concorda ou não:

1. Melhora sua saúde: só este item já valeria o investimento em uma bicicleta, os itens seguintes podem ser até considerados bônus! Andar de bicicleta, além de gastar calorias e promover o bem estar, é uma atividade física que melhora o sistema cardio-respiratório prevenindo doenças cardíacas e avcs, controla o diabetes, ajuda a equilibrar a pressão arterial, diminui o nível de triglicérides e ainda ajuda a prevenir doenças como obesidade e colesterol alto.

2. Você economiza tempo: de uns anos para cá tem se tornado “normal” filas e mais filas nos horários de pico em que as pessoas estão se deslocando para o trabalho e logo mais para suas casas. As pessoas se acostumam com o trânsito caótico e vão saindo cada vez mais cedo de casa para chegarem a tempo ao seu destino, ou no fim do dia, dando mais um tempo no trabalho para evitar o congestionamento… Gente, alô… isso perda de vida! Você não perde só uns minutos de sono a mais, você perde a oportunidade de tomar café junto com sua família, você perde de participar mais da vida dos seus filhos, você perde um tempo que poderia estar fazendo um esporte ou alguma coisa que lhe dá prazer, ler um livro, passear no parque, ir ao cinema, estar com quem se ama, etc. Há coisas na vida que não voltam mais, e perder parte delas preso no trânsito é desperdício.

3. Você economiza dinheiro: a começar pelo custo da própria bicicleta. O valor de uma boa bicicleta nova não chega nem perto de um décimo do valor de um carro popular novo 0km. A manutenção de uma bicicleta é de baixíssimo custo, nem se compara as revisões periódicas de um carro, mais licenciamento, ipva, seguro, troca de óleo e gasolina, bicicletas normalmente são movidas a arroz e feijão. Estacionamento também é algo a ser considerado já que está cada vez mais raro conseguir vaga nas ruas para estacionar. Quanta economia hein?

4. Contribui para o meio ambiente: usando a bicicleta para se locomover você diminui consideravelmente a emissão de CO2 na atmosfera, economiza a água que usaria para lavar um carro inteiro e também passa a produzir menos lixo com a manutenção de um carro.

5. Alivia o estresse: quem é praticante de atividade física conta com um relaxamento muscular e mental provocado pela liberação da endorfina durante o exercício, é isso que acontece quando você pedala, você chega mais relaxado e de bom humor nos lugares. Sem falar na alegria que dá quando você continua avançando enquanto vê uma fila imensa de carros paradinhos.

6. Você faz amigos: uma das primeiras coisas que percebemos quando começamos a pedalar é que os demais ciclistas te cumprimentam nas ruas, sem conhecer você. Não sei se é pelo simples fato de estar pedalando ou por ficar feliz em ver outras pessoas compartilhando do mesmo estilo de vida. Enfim, o fato é que pessoas que pedalam com frequência são mais amigáveis, e quando você começa a pedalar em grupo isso fica ainda mais evidente, todos querem se ajudar e trocar experiências.

7. Ajuda a te deixar em forma: o primeiro item falava dos benefícios da bicicleta para a saúde, mas além de atuar na prevenção de doenças, pedalar também pode lhe proporcionar um corpo atlético se for combinado com uma dieta equilibrada. A bicicleta pode se transformar em uma academia ao ar livre, com ela você pode queimar calorias, perder gordura corporal, ganhar massa muscular, melhorar seu condicionamento respiratório além de ganhar pernas e panturrilhas invejáveis!

Tomar a iniciativa e começar a pedalar é a parte mais difícil, pode acreditar. Depois que os benefícios aparecem fica difícil é parar! Vamos pedalar mais?

Roupa para pedalar no dia a dia

Escolher roupa para pedalar é sempre algo que toma certo tempo para quem usa a bike como meio de transporte. Tem que pensar se vai ser confortável, se vai estar calor, se o sol vai queimar, se vamos transpirar a ponto de precisar levar outra roupa por segurança, se vamos sentir frio, se vai chover, se vai aparecer algo que não deve… Enfim, uma série de coisas.
Mas tão importante quanto o trajeto é chegada ao destino. Com que roupa ir? Já falamos aqui sobre tecidos e modelagens, aqui e aqui sobre usar saias e vestidos, mas ainda não falamos sobre uma modelagem que agrada boa parte das mulheres na hora de subir na bicicleta, o short saia. Aquele que de frente parece saia mas trás é um short, que esteve bem presente no verão 2015.

roupa para pedalarAgora começou a esfriar, mas ainda rola uns dias quentes, o famoso veranico de maio, e esta peça pode sim continuar a ser usada. Sem falar que uma meia calça por baixo funciona super bem.

roupa para pedalar

Esse modelo é da Graça de Maria, tem a cintura alta, que evitar aparecer o cofrinho, rs… é feito em sarja e possui outras cores disponíveis para encomenda.

Você tem algum modelo que é seu preferido na hora de pedalar? Conta pra gente então… 😉

 

 

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