Queremos contar sua história – venha ser uma Bela na Bike!

Quem acompanha nosso blog sabe que temos uma sessão que se chama Bela na Bike do Mês. E faz o maior sucesso, são muitas visitas!! o/
Uma vez por mês publicamos uma entrevista com mulheres que conhecemos que usam a bicicleta no seu cotidiano para as mais diversas atividades. Mulheres que decidiram ser donas do seu próprio tempo e deixaram de ser reféns do trânsito caótico da cidade. Mulheres que resgataram o uso da bicicleta como meio de transporte além de usá-la apenas como esporte ou passeio.
Nesta breve entrevista composta por 9 perguntas, elas falam da história delas com a bicicleta, os benefícios que ela perceberam ao trocar o carro pela bicicleta, assim como os truques que usam e dificuldades que encontram no dia a dia.
É muito inspirador e enriquecedor conhecer a história dessas mulheres.
Queremos agora convidar você para ser a próxima Bela na Bike do mês, quem sabe a de Abril ou Maio? Gostaríamos de conhecer Belas de outra cidades também! Acho que nós aqui de Floripa temos muito o que aprender com o pessoal de São Paulo, Rio, Minas, por exemplo.

Bela na Bike blog

Ficou com vontade de compartilhar um pouco do seu dia a dia aqui? Eeeeeeeeeeeee! Ótimo! Então manda uma mensagem para a gente, poder ser aqui no blog mesmo, ou email ou Facebook que a gente envia as perguntinhas para você responder e retornar junto com uma fotinho sua com sua bike cheia de charme e atitude!

contatobelanabike@gmail.com.br

Como carregar sua bike escada acima com facilidade

Para quem mora em apartamento que não tem elevador, ou que não pode subir com sua magrela dentro dele, sair e  chegar em casa pode se transformar em uma tarefa chata. Carregar sua bike escada acima, dependendo da situação,  pode ser até arriscado, no caso de ter outras coisas junto com você como sacola e mochilas, você pode cair e se machucar. Pensando nisso, em facilitar a vida dessas pessoas, um escritório de design de Óregon, o Walnut, desenvolveu um acessório muito útil feito em couro, chamado Little Lifter.

alça de couro para carregar bicicleta

São alças de couro ajustáveis que você prende no quadro da sua bike que permitem que você suba e desça escadas com mais segurança e conforto. A posição da alça coloca seu punho abaixo do centro de gravidade do seu corpo, fazendo com que você recrute músculos que normalmente usa para levantar coisas, levantando assim, a bike com mais facilidade, segundo o produtor.

alça para carregar bicicleta

Essa belezura ainda não é vendida aqui no Brasil (pelo menos não achamos ainda), apenas em sites gringos.
O Little Lifter  é uma solução criativa e simples para quem não abre mão de usar sua bike como transporte, ainda que tenha que subir alguns lances de escada carregando sua estimada, sem falar que o acessório é bacanudo demais e ainda agrega estilo a sua bike. Não é?

 

 

Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 1

É só falar em viajar que a gente já se anima por aqui! Viajar de bike então? É adrelina em dobro percorrendo o corpo! E como fizemos recentemente um do artigo com dicas de viagem para mulheres (aqui) nada mais inspirador que trazer para vocês o relato de mais uma viagem do casal Aline e Ari. A aventura da vez é pelo Uruguai, com início no Chui, fronteira do Brasil com o Uruguai, onde o carro ficou na garagem do hotel esperando a volta do casal de mais uma cicloviagem.

Primeiro dia: Chuí – Punta del Diablo

No dia 21 saímos cedo do Chuí em direção a Punta Del Diablo, nosso primeiro destino. Antes paramos na aduana Uruguaia para nos legalizarmos e fomos recebidos com curiosidade pelos guardas uruguaios, que também pedalam e estavam interessados em conhecer nossas bicicletas e toda a sorte de equipamentos que carregávamos. Depois da aduana, uma série de retas intermináveis nos aguardavam, o que se repetiria durante toda a viagem, até que chegamos então no Forte de Santa Tereza, local de nossa primeira parada para lanche, banheiro e visita ao lugar, que aliás é lindíssimo.

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Aqui vale um lembrete para quem for fazer essa viagem: sempre levar algo para um lanche no caminho, caso não haja onde comprar. Em quase todos os trechos, não havia uma lanchonete ou posto de gasolina sequer para abastecimento de água/comida. Portanto, sempre saíamos pela manhã abastecidos com sanduíches e bastante água/isotônico. No Parque de Santa Teresa há um restaurante/café, mas na maioria dos trechos isso não se repete, por isso é bom se prevenir.

Um dos nossos medos em relação a esta viagem era o clima que iríamos encontrar: neste dia em Santa Teresa, avistamos ao longe nuvens muito escuras vindo em nossa direção e logo pensamos: vamos pegar aquela chuva já no primeiro dia? Apuramos o passo para então não pegarmos muita água quando nos deparamos com uma linda “avenida” dentro do parque, ladeado com palmeiras lindíssimas e pensamos: que foto!! Fizemos várias tentativas, sempre olhando para o céu, e passados alguns minutos notamos que a chuva não iria nos pegar. Rumamos então felizes para Punta del Diablo.

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Nossa primeira noite foi no Hostel de La Viuda, reservado pelo Booking  e foi uma grata surpresa: ótimas instalações, pessoal e hóspedes animados de todas as partes do mundo: Canadá, Alemanha, Estados Unidos, França. Após o checkin, deixamos a bagagem no quarto e rumamos ao “centro” para lanchar, conhecer a praia e comprar nosso jantar, que seria preparado na cozinha compartilhada do hostel. Voltando do centro pegamos aquela que seria nossa única chuva da viagem toda, mas que molhou pouco.

O jantar foi uma aventura: na cozinha compartilhada haviam umas vinte pessoas cozinhando em três fogões ao mesmo tempo, panela passando pra cá, aromas vindo de lá e mesmo assim tudo dava certo. Aquecemos nossa pizza (pronta, comprada no super), pois o forno de um dos fogões era o único espaço não sendo utilizado da cozinha. E assim jantamos nossa pizza, acompanhada do primeiro tannat da viagem.

Segundo dia: Punta del Diablo – Cabo Polonio

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Partimos logo cedo, logo após o ótimo café da manhã no hostel, despedidas, fotos da partida, e seguimos em direção ao nosso destino mais exótico: Cabo Polonio. Pedalamos 68 quilômetros, muitos deles sob o temido vento uruguaio, que nos dava a impressão de estar andando para trás, para então chegar na estação rodoviária de onde partem as jardineiras que nos levariam à Cabo Polônio.

Pensamos, ingenuamente, que poderíamos levar Thelma e Louise conosco, mas para nossa surpresa, tivemos que deixá-las no estacionamento da estação. Aqui tivemos certeza de que o cabo-cadeado que havíamos levado valeu a pena: nossas bicicletas passariam a noite amarradas na cerca do estacionamento, sem nenhum acessório e sem os selins também, que sempre tiramos para não dar sorte ao azar. E partimos com o coração na mão, por ter que deixar nossa “condução” ali.

Cabo PolonioCabo Polonio é um povoado cercado de dunas no litoral uruguaio e destino de turistas do mundo inteiro, que querem sentir seu astral único, sua beleza estonteante, seu por do sol  maravilhoso. A população fixa não chega a 100 habitantes quando muito, mas na alta temporada é frequentada por mais de 2 mil turistas que se hospedam em seus cerca de 35 hostels. A nossa reserva era no Viejo Lobo, feita através do Hostel World. Checkin feito, fomos escolher nossa cama, pois os aposentos eram compartilhados, tomamos aquele banho e fomos conhecer o Cabo. Aproveitamos também para comprar os mantimentos para o jantar, que seria feito na cozinha compartilhada do hostel – omelete, pão e vinho.

Farol Cabo Polonio

Farol Cabo Polonio

Cabo Polonio, como já citei, é um lugar lindíssimo e único, com uma atmosfera singular, sendo que só se chega lá a cavalo ou com veículos 4×4, em uma viagem de cerca de 30 minutos pelas dunas. Durante boa parte do ano ela é destino também de muitos lobos marinhos, mas que não estavam por lá nesta época.

Visita e compras feitas, voltamos ao Viejo Lobo, preparamos nossos omeletes e para nossa surpresa, nosso hostel era o point da noite: dois violões e mais uma gaita de boca tocando blues, em redor da lareira acesa por conta do frio da noite, cerca de 30 pessoas se espremiam na minúscula sala, oriundos de todos os cantos do planeta: japoneses, italianos, franceses e até brasileiros! Nos recolhemos cedo, as 23h, cansados da jornada do dia, mas a noite continuou agitada noite a dentro no hostel. Nos deitamos ouvindo Djavan, que delícia!

Esta viagem teve duração de seis dias, por isso dividiremos em três artigos… aguardem cenas dos próximos capítulos, rs. Ou você pode ler o artigo na íntegra aqui, onde ele foi originalmente publicado.

😉

Picnic de bicicleta

Pinterest

Pinterest

Em Floripa não é muito comum ver pessoas fazendo picnic pela cidade (mas isso já vem mudando, amém!). Na Europa, essa já é uma prática corriqueira. Com verões curtos e ausência de praias, parisienses e londrinos, por exemplo, aproveitam seus momento de folga em seus belíssimos parques em um bom e divertido picnic.
Eu não moro em Paris, mas minha irmã Michelle mora em Londres e faz muito picnic lá nos dias mais quentes. Por aqui, eu e o Ari também adoramos fazer picnic, ainda mais indo de bicicleta!

É normal as pessoas colocarem empecilhos e milhões de obstáculos quando aparece algo diferente. Fazer picnic de carro já não é um hábito comum por aqui, fazer picnic de bicicleta então!? Impossível!

Será mesmo?

Para começar, assista esse vídeo da Laura Pereira Artigos de Viagem:

Viu só? Vai dizer que não dá uma vontade louca de sair para um picnic agora mesmo? Basta se planejar e saber o que levar para não pecar no excesso:

– Dicas do que levar: frutas, pães, queijo de sua preferência, geléias, sucos, café, vinhos ou cerveja… Prefira levar utensílios reutilizáveis (copos de acrílico, talheres, guardanapos de pano) e ao terminar a comilança é colocar tudo de volta no alforje/bolsa e lavar tudo em casa, é mais charmoso e muito mais ecológico né? #menoslixoporfavor. Mas se você não abre mão dos descartáveis, cuide para que tudo seja recolhido e descartado no devido lugar.

pic nic de bicicleta

– Dicas de lugares para picnic em Floripa: Avenida Beiramar Norte, Parque Natural do Morro da Cruz, Parque de Coqueiros, Parque Florestal do Córrego Grande, Via Gastronômica de Sambaqui, Lagoa da Conceição ou ainda qualquer uma das 42 praias dessa ilha maravilhosa…

pic nic de bicicleta

Os produtos que aparecem no vídeo são da Laura Pereira, que é designer aqui de Floripa e se dedica a fazer artigos de viagens. Laura, faz com que todos os produtos sejam pensados especialmente para o trânsito, tornando a arte de viajar mais confortável. Para isso, reúne simplicidade, praticidade e beleza valorizando as pessoas e o ambiente.

No mercado você já encontra uma infinidade de acessórios e alforges para levar suas coisas na bicicleta, basta escolher o que mais se adapta ao seu estilo de vida. Mochilas também servem, mas eu considero um pouco desconfortável se o trajeto da pedalada for mais longo.

O importante é você aproveitar mais  a cidade, ao ar livre, com autonomia e sem frescura!

😉

Belos na Bike – Homens estilosos de bikes

Postamos semanalmente aqui no blog sobre mulheres, moda e bicicletas. Preparamos nosso conteúdo com a intenção de inspirar mais e mais mulheres a usar a bicicleta no seu dia a dia, mas sabemos que nosso público não é exclusivamente feminino. Boa parte das pessoas que nos acompanham são homens, e por isso estamos sempre procurando diversificar os tipos de postagens.

Pois bem, hoje nosso post é dedicado aos Belos na Bike, é basicamente um mural de inspiração com homens estilosos de bike. Mas meninas, fiquem a vontade para admirar as imagens… heheheh.

Encontrado em flickr.com

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Encontrado em willandwild.com

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Encontrado em lookastic.com

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Encontrado em mensfashionworld.tumblr.com

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Encontrado em itnoft.blogspot.com

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Encontrado em theviewfinder.nl

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Encontrado em lifestyleoftheunemployed.com

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Homem não tem muito (ou nenhum) grilo para pedalar com roupas normais né? Nas imagens tem bicicleteiros de todos os estilos… Você se identifica com algum? Você já anda de bike pela sua cidade assim cheio de estilo? Mostra pra nós entao! Envie uma foto sua para gente colocar aqui no blog e mostrar pra todo mundo que não é só europeu que tem estilo para pedalar. 😉

Viajar de bicicleta: 14 dicas para mulheres

Depois que comecei a viajar de bicicleta, muita gente me pergunta: mas como faz com a bagagem? O que você leva? Era também minha dúvida antes da primeira aventura, tive que aprender a lidar com isso e não foi de primeira que acertei. Antes de tudo, tive que me conhecer melhor e identificar o que era realmente necessário pra mim numa viagem.
Eu sempre viajei com a bagagem bem recheada, sempre usei todo o limite de peso das companhias aéreas, e nas viagens de carro então, o porta-malas era o limite! E se eu quiser usar aquela blusa? E se eu quiser sair pra dar uma caminhada? E se, e se, e se… Mas agora não tinha espaço pra essa vontade de querer ter tudo na mão em viagem…
Ok, eu sabia que numa viagem de bicicleta precisaria aprender a ser mais econômica e nas primeiras vezes eu errei, pra mais e pra menos! Fui aprendendo, até que nas últimas viagens tudo o que levei foi usado e não senti falta de nada. Hoje, tal experiência me faz praticar esse minimalismo mesmo em viagens sem bicicleta.

Cicloviagem no Caminho de Santiago de Compostela em 2015.

Cicloviagem no Caminho de Santiago de Compostela em 2015.

Vou contar aqui, algumas dicas do que eu faço para otimizar os espaços, diminuir peso e sem dispensar de algumas frescuras de menina que não consigo desapegar:
1. Unhas — não adianta querer sair pra uma viagem dessas de esmalte vermelho porque não vai durar muito e você terá que levar removedor para esse momento. Por isso prefiro ir com as unhas devidamente feitas apenas com base, curtinhas e levar apenas uma mini-lixa.
2. Cabelos — uma boa hidratação antes de viajar (eu costumo fazer uma cauterização de fios) vai ajudar a domá-los e deixar em casa o secador. Confesso que já fui “a louca da chapinha” e o uso da bicicleta no dia-a-dia me ajudou a aceitar melhor o meu cabelo e deixá-lo mais natural. Foi difícil a adaptação, mas hoje sou outra pessoa, muito mais livre! 😉
Leve grampos, prendedores e lenços, vão ajudar a dar um jeito nas madeixas depois que você tira o capacete, ou quando for jantar à noite em um restaurante por exemplo. Leve uma escova e caso você se hospede em hotel, pode usar o secador que eles fornecem, que normalmente são fraquiiiinhos, mas melhor que nada. Mesmo sendo uma viagem de aventura, você não precisa e não quer estar descabelada o tempo todo!
3. Shampoo e condicionador são mais fáceis de serem carregados em embalagens tipo bisnaga. Existem marcas que já são neste tipo de embalagem, mas confesso que acho grandes e pesadas pra viagens curtas. Então nas viagens que fiz até agora, reutilizei bisnagas pequenas que eu já guardo para este fim, uso embalagens de “amenities” de hotel, lavei bem e coloquei os meus produtos nas bisnagas. Fiz isso também com hidratante pro corpo e economizei um peso considerável.
OBS: isso só atende viagens de curta duração, para viagens com mais de 10 dias essa mini-bisnaga não dá conta, precisa levar quantidade maior mesmo, ou comprar mais durante a viagem.
4. Desodorante roll-on economiza espaço também.
5. Se você usa um sabonete especial para o rosto, leve apenas ele para não precisar levar dois sabonetes ou opte pelo shampoo infantil para os cabelos que tem PH neutro e pode ser usado também como seu sabonete.
6. Maquiagem: sim eu levo, mas bem básica. Um filtro solar com cor, corretivo, rímel, blush e uma sombra neutra. Não, eu não uso isso tudo pra pedalar! Mas nos locais onde nos hospedamos saímos pra jantar, visitar locais e passear. E então gosto de caprichar mais, rsrsrs…
7. Roupas íntimas também precisam ser bem escolhidos para estes dias. O recomendado para ciclistas é não usar calcinha por baixo da bermuda/calça que tem aqueles forros próprios para proteger a região. Aí tem que chegar no destino do dia e lavar a bermuda. Como você estará longe de casa, lavar a bermuda toda noite pode não ser uma tarefa fácil, pra driblar isso você pode usar protetores diários ou calcinhas sem costura, daquelas cortadas a laser, que são boas opções pra reutilizar a bermuda sem lavar.
8. Levo menos uma pashmina (echarpe): aquece o pescoço e as costas se estiver frio à noite por exemplo e já dá um ar elegante pra aventureira. E ainda serve pra improvisar um pique nique num gramado no meio da viagem. 😀
9. As roupas no alforje ficam melhor acomodadas enroladinhas ao invés de dobradas.
10. Não deixe de levar: lenços umedecidos, álcool em gel, pomada Bepantol para proteger os lábios de ressecarem e alguma assadura que possa vir a ter. Falando nisso, como prevenção para assaduras que as horas diárias sobre o selim possam trazer, uso um creme chamado Fenergan, passo todos os dias antes de iniciar a pedalada e também à noite pós banho. Apesar de já ter a região bem acostumada com o uso diário da bicicleta, numa viagem assim é possível que a pele fique mais sensível e não custa prevenir. Esse creme faz com que a pele não asse pelo atrito com a bermuda e também é muito bom pra passar em picadas de mosquitos, alivia a coceira e desincha.
11. Livros — só leve se realmente estiver disposta a pagar o preço por isso, afinal um livro de 400g na bagagem em dias de maiores subidas se transforma em muito esforço a mais.
12. Roupas — investigue muito o histórico do clima da localidade por onde vai passar para não passar frio ou calor desnecessariamente; leve roupas coringa : camisetas que servem pra ir jantar e pra dormir; calças leggings que servem pra pedalar,passear e dormir; e tudo o mínimo possível, para que você esteja com uma muda e roupa no corpo e carregando o mínimo possível no alforje. Luxo: dependendo do destino, levo um vestido de material que não amasse e ocupe pouco espaço para ocasiões especiais…

Em traje de passeio numa cicloviagem pelo Uruguai em 2015.

Em traje de passeio numa cicloviagem pelo Uruguai em 2015.

13. Apesar de preferir as sapatilhas de clip pra pedalar, em viagem uso tênis, que já serve para outros momentos da viagem e economizo peso no alforge pra levar uma sapatilha e um chinelo. Além disso, os pés normalmente incham devido ao esforço contínuo e o tênis trará maior conforto. Lembrando que você está passeando e apesar de ser necessário cumprir um planejamento, performance definitivamente não é prioridade!
14. Coletor menstrual — uma dica pra vida! Depois que você se adapta, economiza muita grana com absorventes, elimina um tantão de lixo no mundo. E pra pedalar é a maior liberdade!
Quando você decide fazer uma viagem de bicicleta, você escolhe deixar de lado certos luxos para ter um outro tipo de experiência, e o saldo é recompensador, pode acreditar!
Experimente, vá fazendo testes com viagens menores e encontre a medida certa do que levar. As dificuldades existem, mas se você seguir essas dicas e se planejar, tenho certeza que sua viagem será incrível e você nem vai sentir falta daquele sapato que você adora! 😉

A Bela na Bike de Fevereiro

Hoje vamos trazer mais uma Bela na Bike pra mostrar pra vocês como é possível usar a bicicleta no dia-a-dia sem deixar o estilo de lado.

A nossa Bela na Bike de fevereiro é a Viviane Lenzi da Rocha, nos conhecemos nos pedais em grupos, um encanto de pessoa e super poderosa no pedal!

O esposo dela, o Julio Fernandes é organizador do Pedal de Quinta, que todas as quintas-feiras leva uma galera para pedalar por muitos locais maravilhosos da nossa Floripa e a Viviane o acompanha logicamente, além de usar a bicicleta pra ir ao trabalho e como ela mesma menciona pra quase tudo na vida.

Qual sua idade e profissão?

42 anos – Administradora

Qual o espaço que a bicicleta ocupa no seu estilo de vida? 

Todos os espaços… Hoje é meu meio de transporte, lazer e esporte.

Conte de forma breve, como a bicicleta conquistou espaço na sua rotina?

Tudo começou com a chegada de um novo amor… O Julio (hoje meu marido) me convenceu a comprar uma bicicleta para pedalarmos juntos, ele foi atleta durante anos e já pedalava muito. Eu era bem reticente, não tinha certeza de que ia gostar. Mas a medida que comecei a pedalar a paixão tomou conta e aos poucos fui trocando os passeios de carro por longas pedaladas nos fins de semana e logo troquei o stress de dirigir em Floripa pelo prazer em me deslocar ao trabalho.

Quais foram os benefícios que o uso frequente da bicicleta trouxe para você?

Sou uma pessoa que tem uma baita TPM e a atividade física sempre ajudou no equilibrio. Como sou um pouco gulosa, o uso da bicicleta me ajuda à  manter o peso e a forma.

Você costuma se preocupar com seu visual na hora de pedalar?

Não sou uma pessoa muito preocupada com o visual, tenho uma maior preocupação com o conforto, mas claro que como sou mulher, sempre tem uma vaidade rolando. Mas no trabalho tem dias que necessito de estar mais arrumada.

Quais suas maiores dificuldades na hora de se vestir para ir de bicicleta nas atividades de rotina?

Como sou uma pessoa mais “estabanada” não faço uso de vestido na bike, mas fora isso não tenho grandes dificuldades.

Quais as maiores dificuldades que você encontra no seu dia-a-dia de ciclista?

Acho que a principal dificuldade é a falta de respeito ao ciclista. Quando as pessoas entendem que o ciclista faz parte do trânsito tudo flui tranquilamente, mesmo sem ciclovias.

Você teria algum truque/dica para ensinar a mulheres que estão começando a pedalar agora?

Acho que uma boa dica é buscar pessoas que já pedalam pra ter uma companhia inicial, sejam nos grupos de pedal, no trabalho ou pedir ajuda de um  bike anjo. Também é interessante saber qual a altura do banco (selim) deve ser adequada para cada sapato. Muitas vezes a gente adequa a altura e depois usa um sapato com plataforma ou uma rasteirinha e acaba ficando com a perna muito dobrada ou muito esticada.

Que mudanças você gostaria de ver na sua cidade para que a rotina dos ciclistas se tornasse mais tranquila e segura?

Criação de mais ciclovias e educação dos motorista no trânsito para que todos convivam em harmonia.

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E aí gente, a Viviane é ou não uma inspiração?

Viviane, muuuito obrigada por contar um pouquinho da sua história! 😉

Os prazeres e vantagens da bicicleta – Programa TUDO+

Oi pessoal!

Ontem, dia 26/01, fomos participar do programa TUDO+ da TVCOM. Foi um bate-papo bem agradável sobre os prazeres e vantagens da bicicleta no dia-a-dia. Falamos dos prazeres e vantagens da bicicleta, das nossas experiências com a bike,  das dificuldades que os ciclistas enfrentam, de como surgiu a ideia do blog e como tentamos inspirar a incentivar as pessoas com esse trabalho.

entrevista tvcom

Clique nesta imagem para assistir a entrevista.

Ah! Mostramos em primeira mão algumas peças da coleção que estamos desenvolvendo na Graça de Maria para o Bela na Bike, dêem uma espiadinha na entrevista neste link aqui, e nos digam o que vocês acharam?

Em breve faremos um post especial para a saia mostrada na entrevista, merece né?

😉

 

A Habilidade dos Holandeses em suas bikes…

Muitos amigos me mandam imagens, artigos ou me marcam em publicações relacionadas à bicicleta (Porque será? hehe). Eu adoro, pois além de me mostrarem sempre coisas novas, me deixa feliz saber que de alguma forma lembraram de mim.

Na semana passada a Gisa Hangai , uma amiga querida que tem um blog sensacional chamado Mãe Bacana, me marcou num vídeo muito legal e eu resolvi compartilhar aqui.

O vídeo mostra as habilidades dos holandeses sobre suas bikes. Vejam que demais!!

A mais fofa: andar de mãos dadas!

A mais incrível e maluca: rebocar 2 caiaques! 😛

 

 

 

 

A Bela na Bike de Janeiro

Mais um dia de compartilhar a história de uma bela para inspirar vocês (por mais que o calor tente nos convencer a deixar a bicicleta em casa!) a usar mais a bicicleta no seu dia a dia.
A bela na bike de Janeiro é  a Cláudia Schmittt, nos conhecemos nos grupos de pedal aqui em Floripa, e ela pedala muitooo!

Qual sua idade?

31 anos

Qual o espaço que a bicicleta ocupa no seu estilo de vida? (Esporte, lazer, transporte)

Tenho a bike como forma de esporte (MTB) e lazer/transporte (modelo monareta). Como esporte, pratico em quilometragem maior, com velocidade superior ao passeio, pois se limita a treinos.
Por sua vez, como lazer e transporte, em função de estar próximo de pedestres e outras pessoas pedalando, ou de patins e skate, sigo em ritmo tranqüilo. Ideal para você ir ao supermercado, farmácias, padarias e cursos. Uso a minha para ir até a aula de inglês.

Conte de forma breve, com a bicicleta conquistou espaço na sua rotina?

Engraçado como me apaixonei rapidamente pela Bicicleta. Pedalava muito quando criança, depois, com a faculdade e estágios, não tinha mais tempo. Ano passado, quando resolvi fazer um pedal, encontrei um grupo pedalando e peguei informações sobre o mesmo. DE lá para cá não larguei mais, até abandonei as aulas de tênis por não ter tempo livre para esta aula, pois a bike me consumia os dias de forma muito prazerosa. O bacana disso tudo é que se tem grupos todos os dias e para todos os níveis, tanto na Ilha quanto no Continente. Então, para aqueles que ainda têm certo medo, super aconselho pedalar em grupos.

Quais foram os benefícios que o uso frequente da bicicleta trouxe para você?

A bike traz diversos benefícios. Mais disposição, mais leveza, paz e tranqüilidade, além da sensação de liberdade e de poder sempre ir mais longe. Melhora o condicionamento físico e a parte cardíaca.Você acaba superando algumas dificuldades, driblando alguns medos e na expectativa por novos desafios. Sem falar nos novos amigos que acabamos adquirindo.

Você costuma se preocupar com seu visual na hora de pedalar?

Como toda mulher, sim. Usar roupas confortáveis, leves e frescas são essenciais, tentando estar sempre bem vestida, mantendo a feminilidade.

Quais suas maiores dificuldades na hora de se vestir para ir de bicicleta nas atividades de rotina?

Encontrar roupas leves e confortáveis, pois como você estará sentada movimentando as pernas, um short mais justo pode causar incômodos, uma calça mais solta pode prender no pedal e uma saia mais curta pode causar constrangimentos, principalmente em Fpolis, onde volta e meia se tem vento sul.

 Quais são as maiores dificuldades que você encontra no seu dia-a‐dia de ciclista?

Falta de ciclovias em determinados locais e conscientização de outros ciclistas que não conhecem as regras, além de motoristas despreparados.

 Você teria algum truque/dica pra ensinar a mulheres que estão começando a pedalar agora?

Aconselho a pedalar cada uma no seu ritmo para não cansar logo e acabar desmotivada. Coloque uma roupa leve, de material com ótima transpiração, e curta a natureza ao seu redor. Você se sentirá muito mais disposta depois, com energia renovada. Para aquelas que tiverem a oportunidade de pedalar em grupo, aconselho entrar em um, para pegar a segurança inicial, as dicas e conhecer novas rotas, isso faz muita diferença.

Que mudanças você gostaria de ver na sua cidade para que a rotina dos ciclista se tornasse mais tranquila e segura?

Ciclovias sinalizadas e bem feitas, sem obstáculos pelo caminho, além de maior divulgação/propaganda informando das leis/regras para ciclistas e motoristas, com o intuito de conscientizar o cidadão.

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Claudia, muito obrigada por compartilhar conosco um pouquinho do seu cotidiano com a bicicleta e nos mostrar como é possível sim, usar a bicicleta na nossa cidade com estilo e feminilidade.

😉