Bela na Bike crescendo e aparecendo – Revista Bicicleta e VO2 Bike

Nós ficamos tão felizes quando recebemos convite para participar de alguma entrevista ou reportagem! É tão bacana ver que o trabalho que temos feito para tentar ajudar mais mulheres a pedalar ao seu estilo e perder o medo das ruas está sendo visto e que tem mais pessoas querendo espalhar isso por ai! É claro que primeiro rola aquele frio na barriga, uma timidez boba e um medo enorme de falar bobagem… mas depois vale muito apena ver o resultado, dá um orgulho gigante!

Recentemente fomos convidadas a participar como colaboradoras de Revista Bicicleta na edição de março da revista. Escrevemos um artigo sobre o que vestir para ir de bike, baseado nas experiencias que compartilhamos aqui mesmo no blog. Estamos na torcida para sair uma versão da matéria no site da revista para compartilhrmos aqui, mas por enquanto só a versão impressa mesmo.

Revista bicleta

 

Também recebemos um convite para dar uma entrevista/depoimento para a revista VO2 Bike, outra revista especializada no segmento, uma matéria sobre mobilidade urbana. Seguimos a mesma linha da outra matéria, abordando temas como: o que vestir, truques e hábitos para mulheres que usam a bicicleta no seu cotidiano nas mais diversas tarefas.

Revista VO2

 

As duas edições estão nas bancas e possuem um material de altíssima qualidade para os amantes da bicicleta.
Somos muito gratas pela oportunidade de compartilhar (a partir de um outro veículo, atingindo assim mais pessoas) mais do mundo da bicicleta, mostrando que é possível fazer muitas coisas com ela sem deixar de lado coisas que podem ser importantes para muitas pessoas, como o detalhe de estar bem vestida, e ainda contribuir para uma cidade mais humana e menos poluída.

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Como carregar sua bike escada acima com facilidade

Para quem mora em apartamento que não tem elevador, ou que não pode subir com sua magrela dentro dele, sair e  chegar em casa pode se transformar em uma tarefa chata. Carregar sua bike escada acima, dependendo da situação,  pode ser até arriscado, no caso de ter outras coisas junto com você como sacola e mochilas, você pode cair e se machucar. Pensando nisso, em facilitar a vida dessas pessoas, um escritório de design de Óregon, o Walnut, desenvolveu um acessório muito útil feito em couro, chamado Little Lifter.

alça de couro para carregar bicicleta

São alças de couro ajustáveis que você prende no quadro da sua bike que permitem que você suba e desça escadas com mais segurança e conforto. A posição da alça coloca seu punho abaixo do centro de gravidade do seu corpo, fazendo com que você recrute músculos que normalmente usa para levantar coisas, levantando assim, a bike com mais facilidade, segundo o produtor.

alça para carregar bicicleta

Essa belezura ainda não é vendida aqui no Brasil (pelo menos não achamos ainda), apenas em sites gringos.
O Little Lifter  é uma solução criativa e simples para quem não abre mão de usar sua bike como transporte, ainda que tenha que subir alguns lances de escada carregando sua estimada, sem falar que o acessório é bacanudo demais e ainda agrega estilo a sua bike. Não é?

 

 

Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 1

É só falar em viajar que a gente já se anima por aqui! Viajar de bike então? É adrelina em dobro percorrendo o corpo! E como fizemos recentemente um do artigo com dicas de viagem para mulheres (aqui) nada mais inspirador que trazer para vocês o relato de mais uma viagem do casal Aline e Ari. A aventura da vez é pelo Uruguai, com início no Chui, fronteira do Brasil com o Uruguai, onde o carro ficou na garagem do hotel esperando a volta do casal de mais uma cicloviagem.

Primeiro dia: Chuí – Punta del Diablo

No dia 21 saímos cedo do Chuí em direção a Punta Del Diablo, nosso primeiro destino. Antes paramos na aduana Uruguaia para nos legalizarmos e fomos recebidos com curiosidade pelos guardas uruguaios, que também pedalam e estavam interessados em conhecer nossas bicicletas e toda a sorte de equipamentos que carregávamos. Depois da aduana, uma série de retas intermináveis nos aguardavam, o que se repetiria durante toda a viagem, até que chegamos então no Forte de Santa Tereza, local de nossa primeira parada para lanche, banheiro e visita ao lugar, que aliás é lindíssimo.

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Aqui vale um lembrete para quem for fazer essa viagem: sempre levar algo para um lanche no caminho, caso não haja onde comprar. Em quase todos os trechos, não havia uma lanchonete ou posto de gasolina sequer para abastecimento de água/comida. Portanto, sempre saíamos pela manhã abastecidos com sanduíches e bastante água/isotônico. No Parque de Santa Teresa há um restaurante/café, mas na maioria dos trechos isso não se repete, por isso é bom se prevenir.

Um dos nossos medos em relação a esta viagem era o clima que iríamos encontrar: neste dia em Santa Teresa, avistamos ao longe nuvens muito escuras vindo em nossa direção e logo pensamos: vamos pegar aquela chuva já no primeiro dia? Apuramos o passo para então não pegarmos muita água quando nos deparamos com uma linda “avenida” dentro do parque, ladeado com palmeiras lindíssimas e pensamos: que foto!! Fizemos várias tentativas, sempre olhando para o céu, e passados alguns minutos notamos que a chuva não iria nos pegar. Rumamos então felizes para Punta del Diablo.

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Nossa primeira noite foi no Hostel de La Viuda, reservado pelo Booking  e foi uma grata surpresa: ótimas instalações, pessoal e hóspedes animados de todas as partes do mundo: Canadá, Alemanha, Estados Unidos, França. Após o checkin, deixamos a bagagem no quarto e rumamos ao “centro” para lanchar, conhecer a praia e comprar nosso jantar, que seria preparado na cozinha compartilhada do hostel. Voltando do centro pegamos aquela que seria nossa única chuva da viagem toda, mas que molhou pouco.

O jantar foi uma aventura: na cozinha compartilhada haviam umas vinte pessoas cozinhando em três fogões ao mesmo tempo, panela passando pra cá, aromas vindo de lá e mesmo assim tudo dava certo. Aquecemos nossa pizza (pronta, comprada no super), pois o forno de um dos fogões era o único espaço não sendo utilizado da cozinha. E assim jantamos nossa pizza, acompanhada do primeiro tannat da viagem.

Segundo dia: Punta del Diablo – Cabo Polonio

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Partimos logo cedo, logo após o ótimo café da manhã no hostel, despedidas, fotos da partida, e seguimos em direção ao nosso destino mais exótico: Cabo Polonio. Pedalamos 68 quilômetros, muitos deles sob o temido vento uruguaio, que nos dava a impressão de estar andando para trás, para então chegar na estação rodoviária de onde partem as jardineiras que nos levariam à Cabo Polônio.

Pensamos, ingenuamente, que poderíamos levar Thelma e Louise conosco, mas para nossa surpresa, tivemos que deixá-las no estacionamento da estação. Aqui tivemos certeza de que o cabo-cadeado que havíamos levado valeu a pena: nossas bicicletas passariam a noite amarradas na cerca do estacionamento, sem nenhum acessório e sem os selins também, que sempre tiramos para não dar sorte ao azar. E partimos com o coração na mão, por ter que deixar nossa “condução” ali.

Cabo PolonioCabo Polonio é um povoado cercado de dunas no litoral uruguaio e destino de turistas do mundo inteiro, que querem sentir seu astral único, sua beleza estonteante, seu por do sol  maravilhoso. A população fixa não chega a 100 habitantes quando muito, mas na alta temporada é frequentada por mais de 2 mil turistas que se hospedam em seus cerca de 35 hostels. A nossa reserva era no Viejo Lobo, feita através do Hostel World. Checkin feito, fomos escolher nossa cama, pois os aposentos eram compartilhados, tomamos aquele banho e fomos conhecer o Cabo. Aproveitamos também para comprar os mantimentos para o jantar, que seria feito na cozinha compartilhada do hostel – omelete, pão e vinho.

Farol Cabo Polonio

Farol Cabo Polonio

Cabo Polonio, como já citei, é um lugar lindíssimo e único, com uma atmosfera singular, sendo que só se chega lá a cavalo ou com veículos 4×4, em uma viagem de cerca de 30 minutos pelas dunas. Durante boa parte do ano ela é destino também de muitos lobos marinhos, mas que não estavam por lá nesta época.

Visita e compras feitas, voltamos ao Viejo Lobo, preparamos nossos omeletes e para nossa surpresa, nosso hostel era o point da noite: dois violões e mais uma gaita de boca tocando blues, em redor da lareira acesa por conta do frio da noite, cerca de 30 pessoas se espremiam na minúscula sala, oriundos de todos os cantos do planeta: japoneses, italianos, franceses e até brasileiros! Nos recolhemos cedo, as 23h, cansados da jornada do dia, mas a noite continuou agitada noite a dentro no hostel. Nos deitamos ouvindo Djavan, que delícia!

Esta viagem teve duração de seis dias, por isso dividiremos em três artigos… aguardem cenas dos próximos capítulos, rs. Ou você pode ler o artigo na íntegra aqui, onde ele foi originalmente publicado.

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A Bela na Bike de Fevereiro

Hoje vamos trazer mais uma Bela na Bike pra mostrar pra vocês como é possível usar a bicicleta no dia-a-dia sem deixar o estilo de lado.

A nossa Bela na Bike de fevereiro é a Viviane Lenzi da Rocha, nos conhecemos nos pedais em grupos, um encanto de pessoa e super poderosa no pedal!

O esposo dela, o Julio Fernandes é organizador do Pedal de Quinta, que todas as quintas-feiras leva uma galera para pedalar por muitos locais maravilhosos da nossa Floripa e a Viviane o acompanha logicamente, além de usar a bicicleta pra ir ao trabalho e como ela mesma menciona pra quase tudo na vida.

Qual sua idade e profissão?

42 anos – Administradora

Qual o espaço que a bicicleta ocupa no seu estilo de vida? 

Todos os espaços… Hoje é meu meio de transporte, lazer e esporte.

Conte de forma breve, como a bicicleta conquistou espaço na sua rotina?

Tudo começou com a chegada de um novo amor… O Julio (hoje meu marido) me convenceu a comprar uma bicicleta para pedalarmos juntos, ele foi atleta durante anos e já pedalava muito. Eu era bem reticente, não tinha certeza de que ia gostar. Mas a medida que comecei a pedalar a paixão tomou conta e aos poucos fui trocando os passeios de carro por longas pedaladas nos fins de semana e logo troquei o stress de dirigir em Floripa pelo prazer em me deslocar ao trabalho.

Quais foram os benefícios que o uso frequente da bicicleta trouxe para você?

Sou uma pessoa que tem uma baita TPM e a atividade física sempre ajudou no equilibrio. Como sou um pouco gulosa, o uso da bicicleta me ajuda à  manter o peso e a forma.

Você costuma se preocupar com seu visual na hora de pedalar?

Não sou uma pessoa muito preocupada com o visual, tenho uma maior preocupação com o conforto, mas claro que como sou mulher, sempre tem uma vaidade rolando. Mas no trabalho tem dias que necessito de estar mais arrumada.

Quais suas maiores dificuldades na hora de se vestir para ir de bicicleta nas atividades de rotina?

Como sou uma pessoa mais “estabanada” não faço uso de vestido na bike, mas fora isso não tenho grandes dificuldades.

Quais as maiores dificuldades que você encontra no seu dia-a-dia de ciclista?

Acho que a principal dificuldade é a falta de respeito ao ciclista. Quando as pessoas entendem que o ciclista faz parte do trânsito tudo flui tranquilamente, mesmo sem ciclovias.

Você teria algum truque/dica para ensinar a mulheres que estão começando a pedalar agora?

Acho que uma boa dica é buscar pessoas que já pedalam pra ter uma companhia inicial, sejam nos grupos de pedal, no trabalho ou pedir ajuda de um  bike anjo. Também é interessante saber qual a altura do banco (selim) deve ser adequada para cada sapato. Muitas vezes a gente adequa a altura e depois usa um sapato com plataforma ou uma rasteirinha e acaba ficando com a perna muito dobrada ou muito esticada.

Que mudanças você gostaria de ver na sua cidade para que a rotina dos ciclistas se tornasse mais tranquila e segura?

Criação de mais ciclovias e educação dos motorista no trânsito para que todos convivam em harmonia.

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E aí gente, a Viviane é ou não uma inspiração?

Viviane, muuuito obrigada por contar um pouquinho da sua história! 😉

Os prazeres e vantagens da bicicleta – Programa TUDO+

Oi pessoal!

Ontem, dia 26/01, fomos participar do programa TUDO+ da TVCOM. Foi um bate-papo bem agradável sobre os prazeres e vantagens da bicicleta no dia-a-dia. Falamos dos prazeres e vantagens da bicicleta, das nossas experiências com a bike,  das dificuldades que os ciclistas enfrentam, de como surgiu a ideia do blog e como tentamos inspirar a incentivar as pessoas com esse trabalho.

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Clique nesta imagem para assistir a entrevista.

Ah! Mostramos em primeira mão algumas peças da coleção que estamos desenvolvendo na Graça de Maria para o Bela na Bike, dêem uma espiadinha na entrevista neste link aqui, e nos digam o que vocês acharam?

Em breve faremos um post especial para a saia mostrada na entrevista, merece né?

😉

 

5 Sinais de intenções para ciclistas

Você sabia que é necessário indicar aos motoristas suas intenções enquanto estiver pedalando nas ruas junto aos carros? Pois bem, assim como nem todos os ciclistas sabem da existência e da necessidade de usar esses sinais, os motoristas também não. Então confira, aprenda e compartilhe com os ciclistas e motoristas que você conhece os 5 sinais de intenções para ciclistas:

1. Dobrar à esquerda: antes da conversão estique seu braço esquerdo, com a palma da mão virada para frente, para indicar que logo a frente você irá virar à esquerda.

2. Dobrar à direita: da mesma maneira como foi citado acima, estique seu braço direito, com a palma virada para a frente para indicar que você vai converter à direita.

3. Atenção, parando!: com antecedência, apenas levante seu braço esquerdo com a palma da mão também virada para a frente.

4. Atenção! Obstáculos/problemas a frente: na existência de algum buraco ou obstáculo a sua frente, estique o braço esquerdo para baixo, ao lado do corpo mas ligeiramente afastado dele, com a palma da mão virada para trás abrindo e fechando.

5. Seguindo em frente no cruzamento: sempre que  você for seguir em frente em um cruzamento, você deve erguer seu braço esquerdo na altura dos ombros, dobrado a 90° , a palma da mão para dentro, movimentando-o pra frente indicando o sentido que você vai.

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Por mais que a maioria dos motoristas não saibam o que significa cada sinal desses, use! Pois mesmo não entendendo, devido aos movimentos, eles ficarão atentos a você e esperar sua próxima ação antes de seguir e ultrapassar você.

Como andar de bike usando salto alto

Sempre fui adepta do salto alto e apesar de atualmente usar bem menos do que nos meus 20 e poucos anos, ainda tenho paixão por esse tipo de calçado… Acho elegante, me faz sentir mais bonita e feminina.

E desde que comecei a usar a bicicleta no meu dia-a-dia, sentia falta de usar esse tipo de calçado. Tem dias em que acordo com essa vontade, de me sentir mais arrumada… Ao mesmo tempo, não queria ter que carregar o sapato no bagageiro pra trocar ao chegar, pois como subo 2 lances de escadas carregando a bicicleta para o escritório, economizo o quanto posso de peso, sempre.

Foi então que comecei a sonhar com o “dia em que eu iria pedalar de salto alto”.  Em minhas pesquisas no Google, via muitas imagens de mulheres de salto alto na bike, mas demorei pra me sentir a vontade em ligar o botão “que se dane quem me olhar torto na rua”.

Escolhi um sapato confortável o suficiente, um scarpin não muito alto, pra fazer o teste. E AMEI! Cheguei no trabalho me sentindo a mulher mais descolada da cidade, andando de bike de salto alto e na maior naturalidade… 😛

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A partir desse dia, não deixo mais de usar meus sapatinhos pra ir ao trabalho de bike quando quero e uso os de salto fino, salto grosso e anabelas…

Porém, para quem quer tentar, faço algumas recomendações:

– Use sempre a parte da frente dos pés para pedalar, NUNCA encaixe o pedal naquele vão entre o salto e a parte da frente do sapato, pois pode trancar o pé quando você precisar tirar os pés do pedal para parar e você irá cair.

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– a sola do sapato não pode ser muito lisa, pois vai escorregar e pode provocar algum acidente;

– Sapatos de plataforma NÃO são indicados, dificultam o equilíbrio e a pedalada;

– Saltos muito altos e finos também NÃO são indicados, podem virar seu pé na hora em que precisar parar bruscamente.

– Em distâncias longas pode ser muito desconfortável o uso do salto alto, nesse caso é melhor levar o sapato no bagageiro e trocar no seu destino.

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Cicloturismo – Circuito do Vale Europeu em SC – Dia três

Eis que chega o relato sobre o último dia de viagem do casal pelo Vale Europeu com dicas para quem se empolgou e quer se aventurar no cicloturismo ou até mesmo enfrentar esse mesmo percurso.

Terceiro dia: Palmeiras – Timbó / Timbó – Rodeio

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Café da manhã tomado, câmara remendada e começamos nosso último dia de pedal. Aqui tínhamos mais subidas logo pela manhã, mas a paisagem nos deixava encantados, paredões de pedra ao fundo da barragem, muitas flores, o canto dos pássaros…

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Fomos seguindo em nosso ritmo, até que chegamos numa descida de 2,5km muito íngreme e ao final dela um lindo rio, e uma ponte coberta, com mesas e uma churrasqueira. Bacana! Ali paramos para o nosso almoço-lanche.

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Continuamos nossa rota, o dia ficou nublado, porém ainda quente. Passamos por charmosas casas enxaimel, gente na janela que acenava e percebemos que a cidade começava a se aproximar.

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Chegando no centro de Timbó paramos para ver o mapa e ver como chegar ao Tapyoka, fomos alcançados por dois ciclistas locais que estavam fazendo seu pedal matinal, perguntaram se queríamos ajuda. Como estavam indo para o mesmo local, nos guiaram até lá e foi então que chegamos e brindamos com um delicioso chope artesanal a nossa chegada!!

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Almoçamos lá mesmo (uma massa deliciosa!) e logo depois chegou o Maurício, ciclista que tínhamos conhecido no jantar em Doutro Pedrinho. Ele disse que depois de nos ouvir falar que faríamos dois trechos do Circuito no mesmo dia resolveu fazer o mesmo e antecipar em um dia seu retorno a SP.

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Ainda tínhamos mais 18km até a cidade de Rodeio onde tínhamos deixado nosso carro na primeira pousada, subimos nas magrelas novamente e aceleramos o pedal, pois um temporal se anunciava…

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Chegamos na pousada a tempo, ainda tomamos um refrescante banho e depois seguimos felizes no ar-condicionado até Florianópolis. 😉

Considerações finais:

– Evite ir no alto verão (entre dezembro e fevereiro), mesmo com todo o preparo e planejamento que tínhamos foi muito mais difícil do que se fôssemos em outra data. Evite também a época das festas de outubro, quando as rodovias ficam cheias de turistas, principalmente na parte baixa do circuito.

– faça um bom planejamento de água e alimentação pois são poucos os pontos de reabastecimento no meio dos trajetos.

– Especialmente na parte alta, as montanhas são longas e duras, faça treinos de subida, de preferência usando os alforges, para que as pernas aguentem sem reclamar. Fizemos o dever de casa e sabemos que foi muito útil.

– Se não for com carro de apoio, leve somente o necessário de bagagem (considerando sempre o clima daquela região no período escolhido), o necessário mesmo! Quase levei um livro pra ler e se o tivesse levado acho que deixaria de doação para o primeiro que encontrasse no meio das montanhas!

Resumo:

Resumo

 

Gastar mais de 14.000 calorias em uma viagem não é nada mal hein? rs

Galera, quem quiser entrar em contato com o casal para saber mais pode nos escrever por email, eles estão sempre dispostos a ajudar ou apenas conversar sobre bicicletas e afins. 😉

 

Post publicado originalmente em bikea2.wordpress.com

 

Viajar de bike – Circuito do Vale Europeu em SC – Dia dois

Semana passada falamos sobre viajar de bike e começamos a contar aqui  como foi a primeira viagem de bike feita pela Aline e o Ari, no Vale Europeu aqui em Santa Catarina. E hoje a historia continua, com o relato do segundo dia.

Segundo dia: Doutor Pedrinho – Alto Cedros / Altos Cedros – Palmeiras.

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Nesse dia faríamos dois trechos do Circuito em um dia só, para podermos fechar 3 dias de viagem. Saímos cedo como programado, tomamos nosso café, preparamos mais sanduíches para o dia, pegamos as caramanholas no freezer do hotel, as quais deixamos congelar com água para nos aliviar o calor do dia, e saímos a pedalar…

Cicloturismo

A parte da manhã foi muito tranquila, tinham subidas mas pedalamos boa parte na sombra.

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Pouco mais de meio-dia, chegamos em Alto Cedros, uma barragem lindíssima, com muitas casas à beira da água e hortênsias por todo lado.

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Seguimos um pouco mais antes de parar para o almoço, escolhemos uma pequena cachoeira na beira da estrada para sentarmos à sombra e então lanchar. Tínhamos plano de ficar ali por 1 hora descansando, mas logo que terminamos nossos sanduiches pararam 3 carros na beira da estrada e deles desceu uma enorme família com crianças, churrasqueira, cachorro e periquito e perguntam se íamos ficar muito tempo ali porque queriam “acampar”. Como não íamos ficar a tarde toda dissemos que podiam ficar e cedemos o espaço, juntamos nossas coisas, retocamos o filtro solar e seguimos viagem.

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Já passava das 13h quando recomeçamos a pedalar, a temperatura estava alta demais, não havia uma sombra sequer, as subidas não acabavam nunca, a água para beber estava ficando quente, até que achamos uma sombra bem pequena e ficamos sentados ali por uns 20 ou 30 minutos, de onde eu avistava uma casa com uma criança tomando banho de chuveirão na rua, e que inveja que eu fiquei!! Essa tarde foi a parte mais difícil da viagem, onde o calor realmente estava nos castigando.

Em compensação, não nos cansávamos de admirar o visual em nossa volta…

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Mais um pneu furou, o da minha bike. Paramos para trocar a câmara e meus pés doíam muito, inchados pelo calor e esforço. Comecei a ter câimbras, resolvi usar o tênis do Ari tamanho infinitamente maior que meus pés, que por sua vez estava usando sapatilhas e não precisava deles. Algumas vezes precisamos parar e bater nas casas de família pedindo água, pois nosso estoque acabava logo ou esquentava e fomos muito bem recebidos, gente simples, simpática e acolhedora. Sempre nos dando mensagens de incentivo.

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Já víamos a barragem de Palmeiras lá embaixo e numa das curvas com a terra muito seca o Ari escorregou e caiu! Sua primeira queda com as sapatilhas clipadas. Momento tensão: será que quebrou algo? Mas não foi nada grave, apenas joelho ralado. Ufa! Paramos em uma queda d’água onde nos refrescamos mais um pouco, ele lavou o machucado e seguimos até achar a pousada que tínhamos reservado – Casa das Palmeiras. Mais uma vez fomos muito bem recebidos, o simpático casal dono da pousada nos recebeu com duas latinhas de cervejas geladíssimas e um jantar delicioso: massa, galinha caipira, salada, farofa e sobremesas. Comemos muito bem e dormimos uma noite bem mais fresca que a anterior, entrando pela janela do quarto uma brisa que vinha da barragem.

Semana que vem tem o terceiro e último dia dessa trip!

 

Postado originalmente em bikea2.wordpress.com

Look do dia para ir de bike

Oi gente!!

Os últimos dias em Floripa têm sido de muito calor e eu vim aqui mostrar um look do dia com uma peça que amo usar. Nesses dias vou direto escolhendo ele: o macaquinho!

O macaquinho é o queridinho desse verão, e pra gente que usa a bike no dia-a-dia é super prático e feminino. Aqui estou usando um modelo regata, o mais fresquinho possível.

Quando eu chego no escritório, depois de ambientada no ar condicionado sobreponho um blazer que traz uma elegância imediata à pessoa… 😉

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E você, curte macaquinhos? O que vc costuma usar quando sai de bike nesse calorzão? Conta pra gente!

😀