Bela na Bike crescendo e aparecendo – Revista Bicicleta e VO2 Bike

Nós ficamos tão felizes quando recebemos convite para participar de alguma entrevista ou reportagem! É tão bacana ver que o trabalho que temos feito para tentar ajudar mais mulheres a pedalar ao seu estilo e perder o medo das ruas está sendo visto e que tem mais pessoas querendo espalhar isso por ai! É claro que primeiro rola aquele frio na barriga, uma timidez boba e um medo enorme de falar bobagem… mas depois vale muito apena ver o resultado, dá um orgulho gigante!

Recentemente fomos convidadas a participar como colaboradoras de Revista Bicicleta na edição de março da revista. Escrevemos um artigo sobre o que vestir para ir de bike, baseado nas experiencias que compartilhamos aqui mesmo no blog. Estamos na torcida para sair uma versão da matéria no site da revista para compartilhrmos aqui, mas por enquanto só a versão impressa mesmo.

Revista bicleta

 

Também recebemos um convite para dar uma entrevista/depoimento para a revista VO2 Bike, outra revista especializada no segmento, uma matéria sobre mobilidade urbana. Seguimos a mesma linha da outra matéria, abordando temas como: o que vestir, truques e hábitos para mulheres que usam a bicicleta no seu cotidiano nas mais diversas tarefas.

Revista VO2

 

As duas edições estão nas bancas e possuem um material de altíssima qualidade para os amantes da bicicleta.
Somos muito gratas pela oportunidade de compartilhar (a partir de um outro veículo, atingindo assim mais pessoas) mais do mundo da bicicleta, mostrando que é possível fazer muitas coisas com ela sem deixar de lado coisas que podem ser importantes para muitas pessoas, como o detalhe de estar bem vestida, e ainda contribuir para uma cidade mais humana e menos poluída.

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Como carregar sua bike escada acima com facilidade

Para quem mora em apartamento que não tem elevador, ou que não pode subir com sua magrela dentro dele, sair e  chegar em casa pode se transformar em uma tarefa chata. Carregar sua bike escada acima, dependendo da situação,  pode ser até arriscado, no caso de ter outras coisas junto com você como sacola e mochilas, você pode cair e se machucar. Pensando nisso, em facilitar a vida dessas pessoas, um escritório de design de Óregon, o Walnut, desenvolveu um acessório muito útil feito em couro, chamado Little Lifter.

alça de couro para carregar bicicleta

São alças de couro ajustáveis que você prende no quadro da sua bike que permitem que você suba e desça escadas com mais segurança e conforto. A posição da alça coloca seu punho abaixo do centro de gravidade do seu corpo, fazendo com que você recrute músculos que normalmente usa para levantar coisas, levantando assim, a bike com mais facilidade, segundo o produtor.

alça para carregar bicicleta

Essa belezura ainda não é vendida aqui no Brasil (pelo menos não achamos ainda), apenas em sites gringos.
O Little Lifter  é uma solução criativa e simples para quem não abre mão de usar sua bike como transporte, ainda que tenha que subir alguns lances de escada carregando sua estimada, sem falar que o acessório é bacanudo demais e ainda agrega estilo a sua bike. Não é?

 

 

Viajar de bike – do Chuí a Montevidéu – Final

Viajar… quem não gosta? E viajar de bike, quem encara?
Estou aqui preparando este post com o relato dos últimos dias desta cicloviagem e revivendo todos os momentos na minha cabeça… Momentos que vou levar pra sempre na memória. Viajar e explorar os lugares de  bicicleta coloca dois temperos a mais na sua viagem: aventura e adrenalina. Viajar de bike requer um planejamento mais detalhado do que uma viagem convencional, mas no final vale a pena e é viciante, tá? Mal termina uma e a gente já está pensando na próxima (pelo menos aqui é assim, rs). E a nossa próxima cicloviagem será mais longa, 13 dias de pedalada, e está sendo planejada há uns dois anos… Mas isso é assunto para um outro post.
Vamos contar de uma vez como foi a última parte dessa aventura pelo Uruguai:

Quinto dia: Punta del Este – Atlantida
Depois de um merecido dia de descanso, saímos cedo do nosso hostel, o Tas d’Viaje, e rumamos para a cidade de Atlântida, nosso pedal mais longo, com 107 quilômetros, e um desafio para nós, que nunca havíamos pedalado acima dos 100 km.

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Punta Ballena – onde fica a Casa Pueblo

No caminho paramos para conhecer a famosa Casa Pueblo, em Punta Balena, 14 km após Punta, uma obra majestosa do  artista uruguaio Carlos Páez Vilaró, recém falecido. Mas chegamos cedo demais (8h) e não conseguimos visitá-lo pois o local só abre após as 10h. Então, toca pra Piriápolis, que a estrada é longa.

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Pose na frente da Casa Pueblo que ainda estava fechada pra visitação.

Quando estávamos em Punta tivemos o único dilema de nossa viagem: na próxima noite deveríamos pernoitar em Piriápolis, distante 45km, ou seguir até Atlantida, mais 62 km e assim chegar mais tranquilos em Montevidéu?

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Quase em Piriápolis… E as estradas sempre uma tranquilidade!

Resolvemos pela segunda opção, já que estávamos descansados e então fizemos uma reserva pelo Booking num prédio de apartamentos que são alugados para turistas. Quando chegamos em Atlantida, depois de um dia todo pedalando sob sol intenso em um maravilhoso dia, procuramos por nosso local de estadia e quando lá chegamos, para nossa surpresa, quem encontramos? Sim, Pierrette e Roland estavam nos esperando, haja vista o dono do local ter lhes informado que estava esperando por um casal de pedalantes brasileiros. Eta mundo pequeno esse! Foi uma festa! Jantar com salada francesa e massa italiana feita por brasileiros num improviso só! Delícia de noite!
Para quem quiser dar uma olhada no Blog dos Franceses ai vai o link: Petit tour a tandem

Nessa noite jantamos todos juntos: nós, os franceses e mais um casal canadense que estavam hospedados no mesmo prédio.

Sexto dia: Atlantida – Montevidéu

No dia seguinte os franceses partiram antes, pois como diziam, iríamos atropela-los pelo caminho. Saímos uma hora depois e seguimos em nosso ritmo normal, cerca de 15 km/h.

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Na saída, maior cara de sono!

Nesta etapa viajamos pela Rota 9, rodovia uruguaia que liga Montevidéu ao Chui, sendo bastante movimentada e monótona, algo como viajar em uma grande BR brasileira. Mas em nenhum momento, nem na Rota 9, nem em outra rodovia ou local do Uruguai, tivemos algum problema em relação a segurança, ou os famosos “finos educativos”. Muito pelo contrário, sempre notamos um respeito muito grande em relação às bicicletas por parte dos veículos motorizados, muitos deles inclusive nos buzinando e fazendo gestos de incentivo. Ou seja, foi uma viagem extremamente tranquila!

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Destino final!

Após uma jornada pedalante de 55 quilômetros, chegamos a Montevidéu e paramos em um local onde há um enorme letreiro com o nome da cidade, com o centro da metrópole ao fundo. E quem encontramos saindo do local? Isso mesmo, os franceses, neste que seria nosso último encontro. Eles seguiram então para o mercado público enquanto nós seguimos a procura de que seria nosso hotel pelos próximos dois dias, pois iríamos ter mais um dia de ócio turístico antes do retorno ao Brasil.

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Muitas ruas de Montevidéu são assim, parecem túneis de plátanos!

Já na tarde deste mesmo dia fomos com Thelma e Louise até a estação rodoviária de Tres Cruces para agilizar as passagens de volta, comprando-as na empresa Rotas del Sol, escolhida por ter bons horários diretos para o Chui, ônibus modernos e, principalmente, levam bicicletas em seus enormes bagageiros. As meninas teriam suas próprias passagens, seriam protegidas com plástico-bolha, que compraríamos em uma papelaria qualquer, para não levarem arranhões no quadro e seriam bem presas a estrutura do veículo. Ou seja: perfeito! Após resolvermos a volta ao Brasil, nos restava conhecer Montevidéu, seus locais históricos, turísticos e, principalmente, suas famosas parrillas!

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#Turistando

E assim foram dois dias maravilhosos, caminhando, pedalando e provando a deliciosa carne uruguaia, considerada uma das melhores do mundo! Sempre bem acampanhadas de uma Patrícia, uma Pilsen ou uma Zillertal, ótimas cervejas locais que são vendidas em garrafas de um litro e que dão um banho de sabor nas congêneres brasileiras.

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#Turistando2 – Olhando essa foto, alguém imagina que cheguei na cidade de bicicleta? :-)))

Em nosso último dia uruguaio, café da manhã no hotel, arrumar a bagagem toda nos alforges, fazer check out no hotel e rumar com as meninas para a rodoviária, para o retorno ao Chui, onde nos aguardava nosso veículo.
Ao sairmos da rodoviária já estávamos com saudade de pedalar, e então lembramos que este era o primeiro uso de um veículo motorizado em toda nossa viagem, pois até ali havíamos pedalado nada menos do que 428 quilômetros, em 30 horas sobre nossos selins Brooks, que aliás cumpriram honrosamente sua função de proteger nossos bumbuns, não que tenhamos tido o descuido de passar diariamente, antes e depois das pedaladas, uma generosa aplicação de pomada!  Também neste quesito tudo foi tranquilo, pois era outro ponto que nos preocupava. Bem estávamos com nossa bunda calejadas e nossos Brooks amaciados!

Jpeg

Preparada pra viajar de bus.

Foram cinco horas e meia de viajem tranquila, quando então chegamos a “praça central” da cidade de Chuy, lado uruguaio da Chui brasileira, onde montamos a bagagem toda nas bikes e seguimos para o hotel onde nosso carro havia ficado durante os últimos oito dias. Nesta noite, em parte pela não muito boa experiência que tivemos anteriormente, optamos por não jantarmos e fomos descansar, para poder encarar os mais de mil quilômetros que nos esperavam no outro dia, rumo ao nosso estado natal: Santa Catarina.

E assim terminava nossa primeira ciclo viagem internacional: Uruguai, 428 quilômetros de muita alegria!

Mapa Uruguai

RESUMO TÉCNICO:

  • Km pedalados: 428 quilômetros
  • Horas pedalando: 31h07m
  • Altimetria total: 1.656 m
  • Pneus furados: dois
  • Problemas mecânicos: Nenhum!!
  • Ferramentas levadas: três câmeras reserva, dois “power links”, um pedaço de corrente, duas gancheiras, kit remendo, kit ferramentas, braçadeiras/lacres.

PERCURSOS (gpsies.com)

E então, não dá vontade de pegar a bicicleta e sair por aí conhecendo o mundo?
Dá sim, mas não esqueça que viagens como essa precisam ser bem planejadas pra evitar algumas roubadas e perrengues (alguns fazem parte da brincadeira, mas tem situações que é bom evitar). Já demos algumas dicas de viagem por aqui, mas se você tem alguma dúvida sobre o assunto, comenta aí. Ou envie um email para contatobelanabike@gmail.com que a gente responde!

Como falei no incio em breve, em maio mais precisamente, saíremos para outra viagem de bicicleta, agora um pouco mais longa. Prepare-se para acompanhar novas aventuras!

😉

A primeira parte desta viagem viagem você encontra aqui e segunda parte aqui

Este artigo foi publicado originalmente em www.bikea2.wordpress.com

Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 2

Fim de semana chegando, logo mais temos o feriadão de Páscoa chegando, vem aquela vontade de fazer algo diferente… Que tal viajar de bike? Para dar uma inspirada e de repente aquele empurrão, seguimos com o relato da cicloviagem do casal aventureiro Aline e Ari, com as histórias do terceiro e quarto dia da cicloviagem no Uruguai.

Terceiro dia: Cabo Polonio – La Paloma

Viejo Lobo HostelApós o café da manhã improvisado, nos despedimos de Luiz, o Viejo Lobo, pegamos acentos na jardineira que nos levaria novamente a estação rodoviária, com a angústia de chegar logo e ver como estavam Thelma e Louise. Ufa, tudo certo com elas, arrumamos a bagagem toda nas meninas e rumamos para La Paloma, nosso destino depois de 57 quilômetros.

Perto do meio dia, estávamos passando por La Pedreira e resolvemos entrar para conhecer, pois as indicações eram sempre favoráveis, e precisávamos providenciar o almoço e a janta, que seria novamente no hostel.

Pierrette e RolandFoi na porta do pequeno supermercado de La Pedreira que encontramos, pela primeira vez, aqueles que seriam nossos companheiros de viagem pelos próximos dias: Pierrette e Roland. Casal de franceses, viajam o mundo sobre uma bicicleta tandem, pelo menos dois meses por ano, a vinte anos! Animadíssimos, tentamos conversar de todas as formas possíveis, pois eles só falavam francês, e nós além do portunhol, só o inglês macarrônico! Mas no final sempre nos entendíamos. Deixamos os franceses em La Pedreira e seguimos para La Paloma, com as compras feitas e o lanche do meio dia feito.

Retas e Retas

Aqui tivemos nossa única surpresa negativa em relação às reservas feitas: quando chegamos ao Serena Blues Hostel em Playa del Arachania, ele estava fechado! Como ainda era cedo, rumamos para La Paloma, passamos no serviço de atendimento ao turista e fomos procurar por um hostel para a noite.

Depois de alguma pesquisa na internet, uma Patricia e um pratão de “papas fritas”, rumamos para o La Balconada Hostel, na praia de Balconada. Jantamos nossa providencial massa com lingüiça e molho de tomate, junto com os vários surfistas brasileiros, alemães e americanos que também estavam no hostel. Dormimos cedo, pois nosso próximo dia nos traria pelo menos duas incógnitas: a Laguna Rocha e no mínimo 90 quilômetros de estrada.
Quarto dia: La Paloma – Punta del Este

La Balconada HostelEste seria o dia em que, se o planejado não desse certo, seria um problemão: teríamos que pedalar 12 km até a Laguna de Rocha, achar uma pescadora (D. Olga) que disseram poderia nos atravessar de barco a tal Laguna e então se tudo desse certo, seguir viagem por mais 80 quilômetros. Caso desse errado, teríamos que voltar os 12 km, fazer uma volta de 30 km circundando a Laguna e daí fazer os outros 80 km restantem ou seja, um pedal de 144 km!!

Seguimos então para a vila de pescadores da Laguna del Rocha, uma linda pedalada com visual incrível! Chegando lá, perguntamos a duas senhoras onde poderíamos encontrar a D. Olga. Nos disseram que ela morava na última casa da vila. Identificamos a casinha branca ano fim da fila e para lá rumamos. Batemos palmas em frente à casa e um senhor veio nos atender. Perguntamos se ali morava a D. Olga, ele confirmou e foi então chamá-la. Lá de dentro veio então ela, que seria o nosso Anjo do dia.

D. OlgaCom 65 anos, D. Olga nasceu neste local e ali vive desde então, sendo pescadora de camarões na Laguna. E quando precisam, ela atravessa os ciclistas em seu pequeno barco, cobrando 100 pesos por pessoa. Thelma e Louise embarcadas, seguimos para o outro lado da Laguna, que durante alguns períodos do ano, quando o volume de água na lagoa não é muita e a maré ajuda, até dá passagem à pé pela praia. Mas como este ano choveu muito em janeiro e fevereiro no Uruguai, a lagoa estava com bastante volume de água e a única forma de atravessarmos seria então com a providencial ajuda de D. Olga (telefone 098801921).

Ferry José IgnácioCom a travessia vencida em 30 agradáveis minutos, ouvindo as histórias da D. Olga, despedimo-nos e colocamos as meninas no areião, pra seguirmos viagem, um trecho de 50 km de estrada de chão, até a Laguna del Garzon, que atravessamos em um pequeno ferry-boat e rumamos para a graciosa vila de José Ignácio.
Após nosso lanche, feito em frente ao farol, seguimos para Punta del Este, nosso destino final do dia, antes passando pela cidade de La Barra e cruzando a famosa Ponte Leonel Vieira, mais conhecida por ponte ondulada.

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Ponte Ondulada – Uruguai

Como iríamos passar em frente a famosa escultura dos Dedos no caminho de nosso hostel, resolvemos parar para uma foto. Que martírio, o local é o ponto mais frequentado de Punta, e principalmente por brasileiros, todos querendo um “recuerdo” onde apareçam sozinhos na foto. Hahaha… nem a pau Juvenal…

DedosEm Punta tiramos um dia de folga, para descansarmos e conhecer a cidade. Bem, não há muito pra se ver, a não ser que se goste muito de ver prédios moderníssimos e mansões, todos irremediavelmente fechados fora da temporada. Até os restaurantes e uma boa parte das lojas também fecham. Bem, tem o Conrad também… e só!

Pierrette e Roland - PuntaAproveitamos nosso dia de folga e fomos novamente a escultura dos Dedos, atrás da tão almejada foto, e quem por lá encontramos? Sim, Pierrette e Roland, os franceses, que não tinham nossa dica da travessia da Laguna Rocha com a D. Olga, e tiveram que fazer os 140 km entre La Paloma e Punta. Estavam exaustos e estavam seguindo para Piriápolis. Fotos daqui, histórias dali, nos despedimos e cada um seguiu seu rumo.

Em breve um último post com os dois dias restantes da viagem… aguardem.

Você pode também pode conferir  o post na íntegra no bloga2.wordpress.com, onde foi postado originalmente.

Pedal Bela na Bike do fim de semana

Fazia um tempinho que nós não pedalávamos juntas, e nesse sábado fomos matar a saudade e comemorar o Dia Internacional da Mulher só nós duas, do nosso jeito, com vento no rosto e sem preocupações. Sabe, a gente já viveu muita coisa juntas, afinal, a gente se atura desde que eu nasci! rs… E essa nossa jornada profissional lado a lado tem agregado cada vez mais coisas boas na nossa relação, e a admiração de uma pela outra só cresce!

pedal bela na bike

pedal bela na bike

Pedal bela na bike

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E as roupas? Ahhhh… bem a vontade: regata, shortinho e tênis. Só esquecemos dos capacete, que apesar de não ser item obrigatório é sempre bom se precaver.

Que o Dia da Mulher seja comemorado todos os dias e que tenhamos sempre o respeito e reconhecimento das pessoas que estão ao nosso lado. <3

Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 1

É só falar em viajar que a gente já se anima por aqui! Viajar de bike então? É adrelina em dobro percorrendo o corpo! E como fizemos recentemente um do artigo com dicas de viagem para mulheres (aqui) nada mais inspirador que trazer para vocês o relato de mais uma viagem do casal Aline e Ari. A aventura da vez é pelo Uruguai, com início no Chui, fronteira do Brasil com o Uruguai, onde o carro ficou na garagem do hotel esperando a volta do casal de mais uma cicloviagem.

Primeiro dia: Chuí – Punta del Diablo

No dia 21 saímos cedo do Chuí em direção a Punta Del Diablo, nosso primeiro destino. Antes paramos na aduana Uruguaia para nos legalizarmos e fomos recebidos com curiosidade pelos guardas uruguaios, que também pedalam e estavam interessados em conhecer nossas bicicletas e toda a sorte de equipamentos que carregávamos. Depois da aduana, uma série de retas intermináveis nos aguardavam, o que se repetiria durante toda a viagem, até que chegamos então no Forte de Santa Tereza, local de nossa primeira parada para lanche, banheiro e visita ao lugar, que aliás é lindíssimo.

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Aqui vale um lembrete para quem for fazer essa viagem: sempre levar algo para um lanche no caminho, caso não haja onde comprar. Em quase todos os trechos, não havia uma lanchonete ou posto de gasolina sequer para abastecimento de água/comida. Portanto, sempre saíamos pela manhã abastecidos com sanduíches e bastante água/isotônico. No Parque de Santa Teresa há um restaurante/café, mas na maioria dos trechos isso não se repete, por isso é bom se prevenir.

Um dos nossos medos em relação a esta viagem era o clima que iríamos encontrar: neste dia em Santa Teresa, avistamos ao longe nuvens muito escuras vindo em nossa direção e logo pensamos: vamos pegar aquela chuva já no primeiro dia? Apuramos o passo para então não pegarmos muita água quando nos deparamos com uma linda “avenida” dentro do parque, ladeado com palmeiras lindíssimas e pensamos: que foto!! Fizemos várias tentativas, sempre olhando para o céu, e passados alguns minutos notamos que a chuva não iria nos pegar. Rumamos então felizes para Punta del Diablo.

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Nossa primeira noite foi no Hostel de La Viuda, reservado pelo Booking  e foi uma grata surpresa: ótimas instalações, pessoal e hóspedes animados de todas as partes do mundo: Canadá, Alemanha, Estados Unidos, França. Após o checkin, deixamos a bagagem no quarto e rumamos ao “centro” para lanchar, conhecer a praia e comprar nosso jantar, que seria preparado na cozinha compartilhada do hostel. Voltando do centro pegamos aquela que seria nossa única chuva da viagem toda, mas que molhou pouco.

O jantar foi uma aventura: na cozinha compartilhada haviam umas vinte pessoas cozinhando em três fogões ao mesmo tempo, panela passando pra cá, aromas vindo de lá e mesmo assim tudo dava certo. Aquecemos nossa pizza (pronta, comprada no super), pois o forno de um dos fogões era o único espaço não sendo utilizado da cozinha. E assim jantamos nossa pizza, acompanhada do primeiro tannat da viagem.

Segundo dia: Punta del Diablo – Cabo Polonio

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Partimos logo cedo, logo após o ótimo café da manhã no hostel, despedidas, fotos da partida, e seguimos em direção ao nosso destino mais exótico: Cabo Polonio. Pedalamos 68 quilômetros, muitos deles sob o temido vento uruguaio, que nos dava a impressão de estar andando para trás, para então chegar na estação rodoviária de onde partem as jardineiras que nos levariam à Cabo Polônio.

Pensamos, ingenuamente, que poderíamos levar Thelma e Louise conosco, mas para nossa surpresa, tivemos que deixá-las no estacionamento da estação. Aqui tivemos certeza de que o cabo-cadeado que havíamos levado valeu a pena: nossas bicicletas passariam a noite amarradas na cerca do estacionamento, sem nenhum acessório e sem os selins também, que sempre tiramos para não dar sorte ao azar. E partimos com o coração na mão, por ter que deixar nossa “condução” ali.

Cabo PolonioCabo Polonio é um povoado cercado de dunas no litoral uruguaio e destino de turistas do mundo inteiro, que querem sentir seu astral único, sua beleza estonteante, seu por do sol  maravilhoso. A população fixa não chega a 100 habitantes quando muito, mas na alta temporada é frequentada por mais de 2 mil turistas que se hospedam em seus cerca de 35 hostels. A nossa reserva era no Viejo Lobo, feita através do Hostel World. Checkin feito, fomos escolher nossa cama, pois os aposentos eram compartilhados, tomamos aquele banho e fomos conhecer o Cabo. Aproveitamos também para comprar os mantimentos para o jantar, que seria feito na cozinha compartilhada do hostel – omelete, pão e vinho.

Farol Cabo Polonio

Farol Cabo Polonio

Cabo Polonio, como já citei, é um lugar lindíssimo e único, com uma atmosfera singular, sendo que só se chega lá a cavalo ou com veículos 4×4, em uma viagem de cerca de 30 minutos pelas dunas. Durante boa parte do ano ela é destino também de muitos lobos marinhos, mas que não estavam por lá nesta época.

Visita e compras feitas, voltamos ao Viejo Lobo, preparamos nossos omeletes e para nossa surpresa, nosso hostel era o point da noite: dois violões e mais uma gaita de boca tocando blues, em redor da lareira acesa por conta do frio da noite, cerca de 30 pessoas se espremiam na minúscula sala, oriundos de todos os cantos do planeta: japoneses, italianos, franceses e até brasileiros! Nos recolhemos cedo, as 23h, cansados da jornada do dia, mas a noite continuou agitada noite a dentro no hostel. Nos deitamos ouvindo Djavan, que delícia!

Esta viagem teve duração de seis dias, por isso dividiremos em três artigos… aguardem cenas dos próximos capítulos, rs. Ou você pode ler o artigo na íntegra aqui, onde ele foi originalmente publicado.

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Picnic de bicicleta

Pinterest

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Aqui em Floripa não é muito comum ver pessoas fazendo picnic pela cidade, o que é quase um pecado considerando a imensa diversidade de locais e paisagens lindíssimas que temos por aqui. Na Europa, essa já é uma prática corriqueira. Com verões curtos e ausência de praias, parisienses  e londrinos, por exemplo, aproveitam seus momento de folga em seus belíssimos parques em um bom e divertido picnic.
Nós não moramos nem em Paris e nem em Londres, mas adoramos fazer picnic! Ainda mais indo de bicicleta!

É normal as pessoas colocarem empecilhos e milhões de obstáculos quando aparece algo diferente. Fazer picnic de carro já não é um hábito comum por aqui, fazer picnic de bicicleta então!? Impossível!

Será mesmo?

Para começar, assita esse vídeo da Laura Pereira Artigos de Viagem:

Viu só? Vai dizer que não dá uma vontade louca de sair para um picnic agora mesmo? Basta se planejar e saber o que levar para não pecar no excesso:

– Dicas do que levar: frutas, pão italiano/francês, queijo de sua preferência, geléias, sucos, vinhos ou cerveja… Prefira levar utensílios reutilizáveis (copos de acrílico, talheres, guardanapos de pano) e ao terminar a comilança é colocar tudo de volta no alforje/bolsa e lavar tudo em casa, é mais charmoso e muito mais ecológico né? #menoslixoporfavor. Mas se você não abre mão dos descartáveis, cuide para que tudo seja recolhido e descartado no devido lugar.

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– Dicas de lugares para pic nic em Floripa: Avenida Beiramar Norte, Parque de Coqueiros, Parque Florestal do Córrego Grande, Via Gastronômica de Sambaqui, Lagoa da Conceição ou ainda qualquer uma das 42 praias dessa ilha maravilhosa…

pic nic de bicicleta

Os produtos que aparecem no vídeo são da Laura Pereira, que é designer aqui de Floripa, e que se dedica a fazer artigos de viagens. Laura, faz com que todos os produtos sejam pensados especialmente para o trânsito, tornando a arte de viajar mais confortável. Para isso, reúne simplicidade, praticidade e beleza valorizando as pessoas e o ambiente. A coleção é inspirada nas antigas maletas de ferramentas, são peças duráveis e com detalhes feitos à mão.

Os alforjes você encontra na loja virtual da Ciclomovimento, lá você também encontra outros modelos de maletas, escolha o que mais combina com você e com sua bike.

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Belos na Bike – Homens estilosos de bikes

Postamos semanalmente aqui no blog sobre mulheres, moda e bicicletas. Preparamos nosso conteúdo com a intenção de inspirar mais e mais mulheres a usar a bicicleta no seu dia a dia, mas sabemos que nosso público não é exclusivamente feminino. Boa parte das pessoas que nos acompanham são homens, e por isso estamos sempre procurando diversificar os tipos de postagens.

Pois bem, hoje nosso post é dedicado aos Belos na Bike, é basicamente um mural de inspiração com homens estilosos de bike. Mas meninas, fiquem a vontade para admirar as imagens… heheheh.

Encontrado em flickr.com

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Encontrado em willandwild.com

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Encontrado em lookastic.com

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Encontrado em mensfashionworld.tumblr.com

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Encontrado em itnoft.blogspot.com

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Encontrado em theviewfinder.nl

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Encontrado em lifestyleoftheunemployed.com

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Homem não tem muito (ou nenhum) grilo para pedalar com roupas normais né? Nas imagens tem bicicleteiros de todos os estilos… Você se identifica com algum? Você já anda de bike pela sua cidade assim cheio de estilo? Mostra pra nós entao! Envie uma foto sua para gente colocar aqui no blog e mostrar pra todo mundo que não é só europeu que tem estilo para pedalar. 😉

Viajar de bicicleta: 14 dicas para mulheres

Depois que comecei a viajar de bicicleta, muita gente me pergunta: mas como faz com a bagagem? O que você leva? Era também minha dúvida antes da primeira aventura, tive que aprender a lidar com isso e não foi de primeira que acertei. Antes de tudo, tive que me conhecer melhor e identificar o que era realmente necessário pra mim numa viagem.
Eu sempre viajei com a bagagem bem recheada, sempre usei todo o limite de peso das companhias aéreas, e nas viagens de carro então, o porta-malas era o limite! E se eu quiser usar aquela blusa? E se eu quiser sair pra dar uma caminhada? E se, e se, e se… Mas agora não tinha espaço pra essa vontade de querer ter tudo na mão em viagem…
Ok, eu sabia que numa viagem de bicicleta precisaria aprender a ser mais econômica e nas primeiras vezes eu errei, pra mais e pra menos! Fui aprendendo, até que nas últimas viagens tudo o que levei foi usado e não senti falta de nada. Hoje, tal experiência me faz praticar esse minimalismo mesmo em viagens sem bicicleta.

Cicloviagem no Caminho de Santiago de Compostela em 2015.

Cicloviagem no Caminho de Santiago de Compostela em 2015.

Vou contar aqui, algumas dicas do que eu faço para otimizar os espaços, diminuir peso e sem dispensar de algumas frescuras de menina que não consigo desapegar:
1. Unhas — não adianta querer sair pra uma viagem dessas de esmalte vermelho porque não vai durar muito e você terá que levar removedor para esse momento. Por isso prefiro ir com as unhas devidamente feitas apenas com base, curtinhas e levar apenas uma mini-lixa.
2. Cabelos — uma boa hidratação antes de viajar (eu costumo fazer uma cauterização de fios) vai ajudar a domá-los e deixar em casa o secador. Confesso que já fui “a louca da chapinha” e o uso da bicicleta no dia-a-dia me ajudou a aceitar melhor o meu cabelo e deixá-lo mais natural. Foi difícil a adaptação, mas hoje sou outra pessoa, muito mais livre! 😉
Leve grampos, prendedores e lenços, vão ajudar a dar um jeito nas madeixas depois que você tira o capacete, ou quando for jantar à noite em um restaurante por exemplo. Leve uma escova e caso você se hospede em hotel, pode usar o secador que eles fornecem, que normalmente são fraquiiiinhos, mas melhor que nada. Mesmo sendo uma viagem de aventura, você não precisa e não quer estar descabelada o tempo todo!
3. Shampoo e condicionador são mais fáceis de serem carregados em embalagens tipo bisnaga. Existem marcas que já são neste tipo de embalagem, mas confesso que acho grandes e pesadas pra viagens curtas. Então nas viagens que fiz até agora, reutilizei bisnagas pequenas que eu já guardo para este fim, uso embalagens de “amenities” de hotel, lavei bem e coloquei os meus produtos nas bisnagas. Fiz isso também com hidratante pro corpo e economizei um peso considerável.
OBS: isso só atende viagens de curta duração, para viagens com mais de 10 dias essa mini-bisnaga não dá conta, precisa levar quantidade maior mesmo, ou comprar mais durante a viagem.
4. Desodorante roll-on economiza espaço também.
5. Se você usa um sabonete especial para o rosto, leve apenas ele para não precisar levar dois sabonetes ou opte pelo shampoo infantil para os cabelos que tem PH neutro e pode ser usado também como seu sabonete.
6. Maquiagem: sim eu levo, mas bem básica. Um filtro solar com cor, corretivo, rímel, blush e uma sombra neutra. Não, eu não uso isso tudo pra pedalar! Mas nos locais onde nos hospedamos saímos pra jantar, visitar locais e passear. E então gosto de caprichar mais, rsrsrs…
7. Roupas íntimas também precisam ser bem escolhidos para estes dias. O recomendado para ciclistas é não usar calcinha por baixo da bermuda/calça que tem aqueles forros próprios para proteger a região. Aí tem que chegar no destino do dia e lavar a bermuda. Como você estará longe de casa, lavar a bermuda toda noite pode não ser uma tarefa fácil, pra driblar isso você pode usar protetores diários ou calcinhas sem costura, daquelas cortadas a laser, que são boas opções pra reutilizar a bermuda sem lavar.
8. Levo menos uma pashmina (echarpe): aquece o pescoço e as costas se estiver frio à noite por exemplo e já dá um ar elegante pra aventureira. E ainda serve pra improvisar um pique nique num gramado no meio da viagem. 😀
9. As roupas no alforje ficam melhor acomodadas enroladinhas ao invés de dobradas.
10. Não deixe de levar: lenços umedecidos, álcool em gel, pomada Bepantol para proteger os lábios de ressecarem e alguma assadura que possa vir a ter. Falando nisso, como prevenção para assaduras que as horas diárias sobre o selim possam trazer, uso um creme chamado Fenergan, passo todos os dias antes de iniciar a pedalada e também à noite pós banho. Apesar de já ter a região bem acostumada com o uso diário da bicicleta, numa viagem assim é possível que a pele fique mais sensível e não custa prevenir. Esse creme faz com que a pele não asse pelo atrito com a bermuda e também é muito bom pra passar em picadas de mosquitos, alivia a coceira e desincha.
11. Livros — só leve se realmente estiver disposta a pagar o preço por isso, afinal um livro de 400g na bagagem em dias de maiores subidas se transforma em muito esforço a mais.
12. Roupas — investigue muito o histórico do clima da localidade por onde vai passar para não passar frio ou calor desnecessariamente; leve roupas coringa : camisetas que servem pra ir jantar e pra dormir; calças leggings que servem pra pedalar,passear e dormir; e tudo o mínimo possível, para que você esteja com uma muda e roupa no corpo e carregando o mínimo possível no alforje. Luxo: dependendo do destino, levo um vestido de material que não amasse e ocupe pouco espaço para ocasiões especiais…

Em traje de passeio numa cicloviagem pelo Uruguai em 2015.

Em traje de passeio numa cicloviagem pelo Uruguai em 2015.

13. Apesar de preferir as sapatilhas de clip pra pedalar, em viagem uso tênis, que já serve para outros momentos da viagem e economizo peso no alforge pra levar uma sapatilha e um chinelo. Além disso, os pés normalmente incham devido ao esforço contínuo e o tênis trará maior conforto. Lembrando que você está passeando e apesar de ser necessário cumprir um planejamento, performance definitivamente não é prioridade!
14. Coletor menstrual — uma dica pra vida! Depois que você se adapta, economiza muita grana com absorventes, elimina um tantão de lixo no mundo. E pra pedalar é a maior liberdade!
Quando você decide fazer uma viagem de bicicleta, você escolhe deixar de lado certos luxos para ter um outro tipo de experiência, e o saldo é recompensador, pode acreditar!
Experimente, vá fazendo testes com viagens menores e encontre a medida certa do que levar. As dificuldades existem, mas se você seguir essas dicas e se planejar, tenho certeza que sua viagem será incrível e você nem vai sentir falta daquele sapato que você adora! 😉

Maquiagem para carnaval!

Ah la la ôôôôôô ôôôôô… Carnaval está aí meninas! E pra quem curte uma folia, gosta de aproveitar o carnaval para extravasar e fazer o que você normalmente não faz, trouxemos hoje um tutorial de maquiagem para carnaval com muitoooooooooooo brilho para você se inspirar.

Novamente a rainha dos pincéis de maquiagem Juliana Goes dá dicas para você (e eu, claro!) arrasar na maquiagem de carnaval.

Maquiagem com glitter não é muito fácil de fazer, né? O glitter se espalha e no fim estamos com brilho espalhado no rosto inteiro! Mas a Juliana dá duas boas dicas durante o vídeo para evitar este desastre brilhoso…

Não é necessário ter os mesmos produtos que ela usa no tutorial, dá para adaptar com o que você tem em casa, dá até para trocar as cores se você não é fã de rosa. O legal é prestar atenção na técnica que ela usa para dar o efeito desejado.

A gente sabe que nem todo mundo tem habilidade para se auto maquiar e que é preciso treino e paciência para tentar mais uma vez se a primeira não der certo. E para quem quer desenvolver essa habilidade ou aperfeiçoar as técnicas que já tem, a Juliana Goes tem um curso online bem completinho e bem didático que você pode fazer sem sair de casa e na hora que bem entender. Pareceu interessante? Entre no site dela para saber mais sobre o curso e assista uma aula grátis!

Bom carnaval pessoal!!!

 

 

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