Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 2

Fim de semana chegando, logo mais temos o feriadão de Páscoa chegando, vem aquela vontade de fazer algo diferente… Que tal viajar de bike? Para dar uma inspirada e de repente aquele empurrão, seguimos com o relato da cicloviagem do casal aventureiro Aline e Ari, com as histórias do terceiro e quarto dia da cicloviagem no Uruguai.

Terceiro dia: Cabo Polonio – La Paloma

Viejo Lobo HostelApós o café da manhã improvisado, nos despedimos de Luiz, o Viejo Lobo, pegamos acentos na jardineira que nos levaria novamente a estação rodoviária, com a angústia de chegar logo e ver como estavam Thelma e Louise. Ufa, tudo certo com elas, arrumamos a bagagem toda nas meninas e rumamos para La Paloma, nosso destino depois de 57 quilômetros.

Perto do meio dia, estávamos passando por La Pedreira e resolvemos entrar para conhecer, pois as indicações eram sempre favoráveis, e precisávamos providenciar o almoço e a janta, que seria novamente no hostel.

Pierrette e RolandFoi na porta do pequeno supermercado de La Pedreira que encontramos, pela primeira vez, aqueles que seriam nossos companheiros de viagem pelos próximos dias: Pierrette e Roland. Casal de franceses, viajam o mundo sobre uma bicicleta tandem, pelo menos dois meses por ano, a vinte anos! Animadíssimos, tentamos conversar de todas as formas possíveis, pois eles só falavam francês, e nós além do portunhol, só o inglês macarrônico! Mas no final sempre nos entendíamos. Deixamos os franceses em La Pedreira e seguimos para La Paloma, com as compras feitas e o lanche do meio dia feito.

Retas e Retas

Aqui tivemos nossa única surpresa negativa em relação às reservas feitas: quando chegamos ao Serena Blues Hostel em Playa del Arachania, ele estava fechado! Como ainda era cedo, rumamos para La Paloma, passamos no serviço de atendimento ao turista e fomos procurar por um hostel para a noite.

Depois de alguma pesquisa na internet, uma Patricia e um pratão de “papas fritas”, rumamos para o La Balconada Hostel, na praia de Balconada. Jantamos nossa providencial massa com lingüiça e molho de tomate, junto com os vários surfistas brasileiros, alemães e americanos que também estavam no hostel. Dormimos cedo, pois nosso próximo dia nos traria pelo menos duas incógnitas: a Laguna Rocha e no mínimo 90 quilômetros de estrada.
Quarto dia: La Paloma – Punta del Este

La Balconada HostelEste seria o dia em que, se o planejado não desse certo, seria um problemão: teríamos que pedalar 12 km até a Laguna de Rocha, achar uma pescadora (D. Olga) que disseram poderia nos atravessar de barco a tal Laguna e então se tudo desse certo, seguir viagem por mais 80 quilômetros. Caso desse errado, teríamos que voltar os 12 km, fazer uma volta de 30 km circundando a Laguna e daí fazer os outros 80 km restantem ou seja, um pedal de 144 km!!

Seguimos então para a vila de pescadores da Laguna del Rocha, uma linda pedalada com visual incrível! Chegando lá, perguntamos a duas senhoras onde poderíamos encontrar a D. Olga. Nos disseram que ela morava na última casa da vila. Identificamos a casinha branca ano fim da fila e para lá rumamos. Batemos palmas em frente à casa e um senhor veio nos atender. Perguntamos se ali morava a D. Olga, ele confirmou e foi então chamá-la. Lá de dentro veio então ela, que seria o nosso Anjo do dia.

D. OlgaCom 65 anos, D. Olga nasceu neste local e ali vive desde então, sendo pescadora de camarões na Laguna. E quando precisam, ela atravessa os ciclistas em seu pequeno barco, cobrando 100 pesos por pessoa. Thelma e Louise embarcadas, seguimos para o outro lado da Laguna, que durante alguns períodos do ano, quando o volume de água na lagoa não é muita e a maré ajuda, até dá passagem à pé pela praia. Mas como este ano choveu muito em janeiro e fevereiro no Uruguai, a lagoa estava com bastante volume de água e a única forma de atravessarmos seria então com a providencial ajuda de D. Olga (telefone 098801921).

Ferry José IgnácioCom a travessia vencida em 30 agradáveis minutos, ouvindo as histórias da D. Olga, despedimo-nos e colocamos as meninas no areião, pra seguirmos viagem, um trecho de 50 km de estrada de chão, até a Laguna del Garzon, que atravessamos em um pequeno ferry-boat e rumamos para a graciosa vila de José Ignácio.
Após nosso lanche, feito em frente ao farol, seguimos para Punta del Este, nosso destino final do dia, antes passando pela cidade de La Barra e cruzando a famosa Ponte Leonel Vieira, mais conhecida por ponte ondulada.

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Ponte Ondulada – Uruguai

Como iríamos passar em frente a famosa escultura dos Dedos no caminho de nosso hostel, resolvemos parar para uma foto. Que martírio, o local é o ponto mais frequentado de Punta, e principalmente por brasileiros, todos querendo um “recuerdo” onde apareçam sozinhos na foto. Hahaha… nem a pau Juvenal…

DedosEm Punta tiramos um dia de folga, para descansarmos e conhecer a cidade. Bem, não há muito pra se ver, a não ser que se goste muito de ver prédios moderníssimos e mansões, todos irremediavelmente fechados fora da temporada. Até os restaurantes e uma boa parte das lojas também fecham. Bem, tem o Conrad também… e só!

Pierrette e Roland - PuntaAproveitamos nosso dia de folga e fomos novamente a escultura dos Dedos, atrás da tão almejada foto, e quem por lá encontramos? Sim, Pierrette e Roland, os franceses, que não tinham nossa dica da travessia da Laguna Rocha com a D. Olga, e tiveram que fazer os 140 km entre La Paloma e Punta. Estavam exaustos e estavam seguindo para Piriápolis. Fotos daqui, histórias dali, nos despedimos e cada um seguiu seu rumo.

Em breve um último post com os dois dias restantes da viagem… aguardem.

Você pode também pode conferir  o post na íntegra no bloga2.wordpress.com, onde foi postado originalmente.

Pedal Bela na Bike do fim de semana

Fazia um tempinho que nós não pedalávamos juntas, e nesse sábado fomos matar a saudade e comemorar o Dia Internacional da Mulher só nós duas, do nosso jeito, com vento no rosto e sem preocupações. Sabe, a gente já viveu muita coisa juntas, afinal, a gente se atura desde que eu nasci! rs… E essa nossa jornada profissional lado a lado tem agregado cada vez mais coisas boas na nossa relação, e a admiração de uma pela outra só cresce!

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pedal bela na bike

Pedal bela na bike

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E as roupas? Ahhhh… bem a vontade: regata, shortinho e tênis. Só esquecemos dos capacete, que apesar de não ser item obrigatório é sempre bom se precaver.

Que o Dia da Mulher seja comemorado todos os dias e que tenhamos sempre o respeito e reconhecimento das pessoas que estão ao nosso lado. <3

Viajar de bike: do Chuí à Montevidéu – Parte 1

É só falar em viajar que a gente já se anima por aqui! Viajar de bike então? É adrelina em dobro percorrendo o corpo! E como fizemos recentemente um do artigo com dicas de viagem para mulheres (aqui) nada mais inspirador que trazer para vocês o relato de mais uma viagem do casal Aline e Ari. A aventura da vez é pelo Uruguai, com início no Chui, fronteira do Brasil com o Uruguai, onde o carro ficou na garagem do hotel esperando a volta do casal de mais uma cicloviagem.

Primeiro dia: Chuí – Punta del Diablo

No dia 21 saímos cedo do Chuí em direção a Punta Del Diablo, nosso primeiro destino. Antes paramos na aduana Uruguaia para nos legalizarmos e fomos recebidos com curiosidade pelos guardas uruguaios, que também pedalam e estavam interessados em conhecer nossas bicicletas e toda a sorte de equipamentos que carregávamos. Depois da aduana, uma série de retas intermináveis nos aguardavam, o que se repetiria durante toda a viagem, até que chegamos então no Forte de Santa Tereza, local de nossa primeira parada para lanche, banheiro e visita ao lugar, que aliás é lindíssimo.

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Aqui vale um lembrete para quem for fazer essa viagem: sempre levar algo para um lanche no caminho, caso não haja onde comprar. Em quase todos os trechos, não havia uma lanchonete ou posto de gasolina sequer para abastecimento de água/comida. Portanto, sempre saíamos pela manhã abastecidos com sanduíches e bastante água/isotônico. No Parque de Santa Teresa há um restaurante/café, mas na maioria dos trechos isso não se repete, por isso é bom se prevenir.

Um dos nossos medos em relação a esta viagem era o clima que iríamos encontrar: neste dia em Santa Teresa, avistamos ao longe nuvens muito escuras vindo em nossa direção e logo pensamos: vamos pegar aquela chuva já no primeiro dia? Apuramos o passo para então não pegarmos muita água quando nos deparamos com uma linda “avenida” dentro do parque, ladeado com palmeiras lindíssimas e pensamos: que foto!! Fizemos várias tentativas, sempre olhando para o céu, e passados alguns minutos notamos que a chuva não iria nos pegar. Rumamos então felizes para Punta del Diablo.

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Nossa primeira noite foi no Hostel de La Viuda, reservado pelo Booking  e foi uma grata surpresa: ótimas instalações, pessoal e hóspedes animados de todas as partes do mundo: Canadá, Alemanha, Estados Unidos, França. Após o checkin, deixamos a bagagem no quarto e rumamos ao “centro” para lanchar, conhecer a praia e comprar nosso jantar, que seria preparado na cozinha compartilhada do hostel. Voltando do centro pegamos aquela que seria nossa única chuva da viagem toda, mas que molhou pouco.

O jantar foi uma aventura: na cozinha compartilhada haviam umas vinte pessoas cozinhando em três fogões ao mesmo tempo, panela passando pra cá, aromas vindo de lá e mesmo assim tudo dava certo. Aquecemos nossa pizza (pronta, comprada no super), pois o forno de um dos fogões era o único espaço não sendo utilizado da cozinha. E assim jantamos nossa pizza, acompanhada do primeiro tannat da viagem.

Segundo dia: Punta del Diablo – Cabo Polonio

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Partimos logo cedo, logo após o ótimo café da manhã no hostel, despedidas, fotos da partida, e seguimos em direção ao nosso destino mais exótico: Cabo Polonio. Pedalamos 68 quilômetros, muitos deles sob o temido vento uruguaio, que nos dava a impressão de estar andando para trás, para então chegar na estação rodoviária de onde partem as jardineiras que nos levariam à Cabo Polônio.

Pensamos, ingenuamente, que poderíamos levar Thelma e Louise conosco, mas para nossa surpresa, tivemos que deixá-las no estacionamento da estação. Aqui tivemos certeza de que o cabo-cadeado que havíamos levado valeu a pena: nossas bicicletas passariam a noite amarradas na cerca do estacionamento, sem nenhum acessório e sem os selins também, que sempre tiramos para não dar sorte ao azar. E partimos com o coração na mão, por ter que deixar nossa “condução” ali.

Cabo PolonioCabo Polonio é um povoado cercado de dunas no litoral uruguaio e destino de turistas do mundo inteiro, que querem sentir seu astral único, sua beleza estonteante, seu por do sol  maravilhoso. A população fixa não chega a 100 habitantes quando muito, mas na alta temporada é frequentada por mais de 2 mil turistas que se hospedam em seus cerca de 35 hostels. A nossa reserva era no Viejo Lobo, feita através do Hostel World. Checkin feito, fomos escolher nossa cama, pois os aposentos eram compartilhados, tomamos aquele banho e fomos conhecer o Cabo. Aproveitamos também para comprar os mantimentos para o jantar, que seria feito na cozinha compartilhada do hostel – omelete, pão e vinho.

Farol Cabo Polonio

Farol Cabo Polonio

Cabo Polonio, como já citei, é um lugar lindíssimo e único, com uma atmosfera singular, sendo que só se chega lá a cavalo ou com veículos 4×4, em uma viagem de cerca de 30 minutos pelas dunas. Durante boa parte do ano ela é destino também de muitos lobos marinhos, mas que não estavam por lá nesta época.

Visita e compras feitas, voltamos ao Viejo Lobo, preparamos nossos omeletes e para nossa surpresa, nosso hostel era o point da noite: dois violões e mais uma gaita de boca tocando blues, em redor da lareira acesa por conta do frio da noite, cerca de 30 pessoas se espremiam na minúscula sala, oriundos de todos os cantos do planeta: japoneses, italianos, franceses e até brasileiros! Nos recolhemos cedo, as 23h, cansados da jornada do dia, mas a noite continuou agitada noite a dentro no hostel. Nos deitamos ouvindo Djavan, que delícia!

Esta viagem teve duração de seis dias, por isso dividiremos em três artigos… aguardem cenas dos próximos capítulos, rs. Ou você pode ler o artigo na íntegra aqui, onde ele foi originalmente publicado.

😉

Bicicleta na decoração – 8 idéias para você se inspirar

Quem é apaixonado por bicicletas, geralmente gosta que tudo ou quase tudo a sua volta tenha a ver com a magrela, como qualquer outra paixão que se possa ter na vida. Ciclistas gostam de roupas com estampas de bicicleta, chaveiros de bicicleta, e porque não, decoração de bicicleta?

Seja por falta de espaço ou por gostar muitoooooo da sua magrela, incluir a bicicleta na decoração da sua casa pode deixar seu canto com ainda mais personalidade. Pode ser no meio da sala, pendurada na parede, emoldurada como arte ou no canto da lavanderia.

bicicleta na decoração

Muitas vezes até já temos em casa peças de bicicletas que um dia precisaram ser substituídas e ficamos com pena de descartar… Como pena de descartar? É, aquelas que de alguma forma fizeram parte de um momento especial, uma viagem,  sabe como? Dependendo da peça, pode-se aproveitar e usar na decoração.

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Para quem tem criatividade, essas peças podem se transformar em objetos de arte de muito bom gosto. Quem já tinha imaginado em um pendente de luz feito com as coroas da bike?

Pendente de coroas de bicicleta

Peças de bike na decoração

Com um pouco de dedicação e criatividade é possível fazer uma decoração bem descolada também com a própria bicicleta que você usa todo dia. Ao invés de guardá-la lá na garagem ou bicicletário, dá pra encaixá-la de forma muito elegante na sua sala, escritório, quarto…

Bike na decoração

Pensa que bacana, chegar em casa e deixar sua bike num suporte como esse?

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E esse “porta-retratos”?

bicicleta na decoração

Essa do lavabo recebi de uma amiga querida outro dia que lembrou de mim ao vê-la:

bicicleta na decoração

Aqui no escritório já reservamos lugar para as magrelas na hora da reforma, utilizamos suportes na parede e revestimos com uma tinta mais escura para não marcar onde encostam os pneus. Usar tinta acetinada também facilita na hora da limpeza.

bicicleta na decoração

E aí, gostou? Se inspirou para começar uma decoração nova na sua casa hoje mesmo?

Ou você já usa a bike como peça decorativa? Mande então uma foto pra gente postar aqui!

contatobelanabike@gmail.com

 

4 Acessórios legais para bicicleta

Conforme a bicicleta vai ganhando espaço nas ruas, fazendo parte do cotidiano das pessoas, vão surgindo acessórios legais para bicicleta, diferentes dos convencionais. As pessoas começam a querer personalizar suas bikes, colocar a suas personalidades nelas e torná-las mais divertidas.

Se você é uma dessas pessoas dá uma olhada nestes acessórios que listamos abaixo:

1- Iluminação: para evitar acidentes é essencial que você tenha seu trajeto iluminado e que seja visto. A vantagem desse modelo de lanterna é que ele pode ser facilmente fixado tanto no guidão, como no seu capacete ou no selim da bicicleta, além de ter um design bem bacana.

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Lanternas Attitude – Netshoes

2. Cestinhas: ótimas para transportar sua bolsa durante a pedalada, fáceis de instalar e ainda contribuem para embelezar sua bike.

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Cestinhas Attitude – Centauro

3. Buzinas: Indispensáveis para chamar a atenção de pedestres, e outros ciclistas também, para a sua presença. Mas estas, apesar de serem modelo infantil, adicionam fofura aos seus momentos com a bike.

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Buzinas de bichinhos (essas são infantis, mas pra quem gosta de uma fofurinha ta valendo!) – Centauro

4. Capacetes: capacetes não são itens obrigatórios por lei, mas além de lhe dar segurança, estes também são garantia de estilo.

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Capacetes Nutcase (Americanas) e Prowell (Centauro)

Como alguns desses são itens de segurança considerados obrigatórios, então porque não andar dentro da linha e cheia de estilo?

😉

 

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5 Sinais de intenções para ciclistas

Você sabia que é necessário indicar aos motoristas suas intenções enquanto estiver pedalando nas ruas junto aos carros? Pois bem, assim como nem todos os ciclistas sabem da existência e da necessidade de usar esses sinais, os motoristas também não. Então confira, aprenda e compartilhe com os ciclistas e motoristas que você conhece os 5 sinais de intenções para ciclistas:

1. Dobrar à esquerda: antes da conversão estique seu braço esquerdo, com a palma da mão virada para frente, para indicar que logo a frente você irá virar à esquerda.

2. Dobrar à direita: da mesma maneira como foi citado acima, estique seu braço direito, com a palma virada para a frente para indicar que você vai converter à direita.

3. Atenção, parando!: com antecedência, apenas levante seu braço esquerdo com a palma da mão também virada para a frente.

4. Atenção! Obstáculos/problemas a frente: na existência de algum buraco ou obstáculo a sua frente, estique o braço esquerdo para baixo, ao lado do corpo mas ligeiramente afastado dele, com a palma da mão virada para trás abrindo e fechando.

5. Seguindo em frente no cruzamento: sempre que  você for seguir em frente em um cruzamento, você deve erguer seu braço esquerdo na altura dos ombros, dobrado a 90° , a palma da mão para dentro, movimentando-o pra frente indicando o sentido que você vai.

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Por mais que a maioria dos motoristas não saibam o que significa cada sinal desses, use! Pois mesmo não entendendo, devido aos movimentos, eles ficarão atentos a você e esperar sua próxima ação antes de seguir e ultrapassar você.

Como andar de bike usando salto alto

Sempre fui adepta do salto alto e apesar de atualmente usar bem menos do que nos meus 20 e poucos anos, ainda tenho paixão por esse tipo de calçado… Acho elegante, me faz sentir mais bonita e feminina.

E desde que comecei a usar a bicicleta no meu dia-a-dia, sentia falta de usar esse tipo de calçado. Tem dias em que acordo com essa vontade, de me sentir mais arrumada… Ao mesmo tempo, não queria ter que carregar o sapato no bagageiro pra trocar ao chegar, pois como subo 2 lances de escadas carregando a bicicleta para o escritório, economizo o quanto posso de peso, sempre.

Foi então que comecei a sonhar com o “dia em que eu iria pedalar de salto alto”.  Em minhas pesquisas no Google, via muitas imagens de mulheres de salto alto na bike, mas demorei pra me sentir a vontade em ligar o botão “que se dane quem me olhar torto na rua”.

Escolhi um sapato confortável o suficiente, um scarpin não muito alto, pra fazer o teste. E AMEI! Cheguei no trabalho me sentindo a mulher mais descolada da cidade, andando de bike de salto alto e na maior naturalidade… 😛

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A partir desse dia, não deixo mais de usar meus sapatinhos pra ir ao trabalho de bike quando quero e uso os de salto fino, salto grosso e anabelas…

Porém, para quem quer tentar, faço algumas recomendações:

– Use sempre a parte da frente dos pés para pedalar, NUNCA encaixe o pedal naquele vão entre o salto e a parte da frente do sapato, pois pode trancar o pé quando você precisar tirar os pés do pedal para parar e você irá cair.

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– a sola do sapato não pode ser muito lisa, pois vai escorregar e pode provocar algum acidente;

– Sapatos de plataforma NÃO são indicados, dificultam o equilíbrio e a pedalada;

– Saltos muito altos e finos também NÃO são indicados, podem virar seu pé na hora em que precisar parar bruscamente.

– Em distâncias longas pode ser muito desconfortável o uso do salto alto, nesse caso é melhor levar o sapato no bagageiro e trocar no seu destino.

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Cicloturismo – Circuito do Vale Europeu em SC – Dia três

Eis que chega o relato sobre o último dia de viagem do casal pelo Vale Europeu com dicas para quem se empolgou e quer se aventurar no cicloturismo ou até mesmo enfrentar esse mesmo percurso.

Terceiro dia: Palmeiras – Timbó / Timbó – Rodeio

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Café da manhã tomado, câmara remendada e começamos nosso último dia de pedal. Aqui tínhamos mais subidas logo pela manhã, mas a paisagem nos deixava encantados, paredões de pedra ao fundo da barragem, muitas flores, o canto dos pássaros…

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Fomos seguindo em nosso ritmo, até que chegamos numa descida de 2,5km muito íngreme e ao final dela um lindo rio, e uma ponte coberta, com mesas e uma churrasqueira. Bacana! Ali paramos para o nosso almoço-lanche.

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Continuamos nossa rota, o dia ficou nublado, porém ainda quente. Passamos por charmosas casas enxaimel, gente na janela que acenava e percebemos que a cidade começava a se aproximar.

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Chegando no centro de Timbó paramos para ver o mapa e ver como chegar ao Tapyoka, fomos alcançados por dois ciclistas locais que estavam fazendo seu pedal matinal, perguntaram se queríamos ajuda. Como estavam indo para o mesmo local, nos guiaram até lá e foi então que chegamos e brindamos com um delicioso chope artesanal a nossa chegada!!

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Almoçamos lá mesmo (uma massa deliciosa!) e logo depois chegou o Maurício, ciclista que tínhamos conhecido no jantar em Doutro Pedrinho. Ele disse que depois de nos ouvir falar que faríamos dois trechos do Circuito no mesmo dia resolveu fazer o mesmo e antecipar em um dia seu retorno a SP.

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Ainda tínhamos mais 18km até a cidade de Rodeio onde tínhamos deixado nosso carro na primeira pousada, subimos nas magrelas novamente e aceleramos o pedal, pois um temporal se anunciava…

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Chegamos na pousada a tempo, ainda tomamos um refrescante banho e depois seguimos felizes no ar-condicionado até Florianópolis. 😉

Considerações finais:

– Evite ir no alto verão (entre dezembro e fevereiro), mesmo com todo o preparo e planejamento que tínhamos foi muito mais difícil do que se fôssemos em outra data. Evite também a época das festas de outubro, quando as rodovias ficam cheias de turistas, principalmente na parte baixa do circuito.

– faça um bom planejamento de água e alimentação pois são poucos os pontos de reabastecimento no meio dos trajetos.

– Especialmente na parte alta, as montanhas são longas e duras, faça treinos de subida, de preferência usando os alforges, para que as pernas aguentem sem reclamar. Fizemos o dever de casa e sabemos que foi muito útil.

– Se não for com carro de apoio, leve somente o necessário de bagagem (considerando sempre o clima daquela região no período escolhido), o necessário mesmo! Quase levei um livro pra ler e se o tivesse levado acho que deixaria de doação para o primeiro que encontrasse no meio das montanhas!

Resumo:

Resumo

 

Gastar mais de 14.000 calorias em uma viagem não é nada mal hein? rs

Galera, quem quiser entrar em contato com o casal para saber mais pode nos escrever por email, eles estão sempre dispostos a ajudar ou apenas conversar sobre bicicletas e afins. 😉

 

Post publicado originalmente em bikea2.wordpress.com

 

Viajar de bike – Circuito do Vale Europeu em SC – Dia dois

Semana passada falamos sobre viajar de bike e começamos a contar aqui  como foi a primeira viagem de bike feita pela Aline e o Ari, no Vale Europeu aqui em Santa Catarina. E hoje a historia continua, com o relato do segundo dia.

Segundo dia: Doutor Pedrinho – Alto Cedros / Altos Cedros – Palmeiras.

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Nesse dia faríamos dois trechos do Circuito em um dia só, para podermos fechar 3 dias de viagem. Saímos cedo como programado, tomamos nosso café, preparamos mais sanduíches para o dia, pegamos as caramanholas no freezer do hotel, as quais deixamos congelar com água para nos aliviar o calor do dia, e saímos a pedalar…

Cicloturismo

A parte da manhã foi muito tranquila, tinham subidas mas pedalamos boa parte na sombra.

Cicloturismo

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Pouco mais de meio-dia, chegamos em Alto Cedros, uma barragem lindíssima, com muitas casas à beira da água e hortênsias por todo lado.

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Seguimos um pouco mais antes de parar para o almoço, escolhemos uma pequena cachoeira na beira da estrada para sentarmos à sombra e então lanchar. Tínhamos plano de ficar ali por 1 hora descansando, mas logo que terminamos nossos sanduiches pararam 3 carros na beira da estrada e deles desceu uma enorme família com crianças, churrasqueira, cachorro e periquito e perguntam se íamos ficar muito tempo ali porque queriam “acampar”. Como não íamos ficar a tarde toda dissemos que podiam ficar e cedemos o espaço, juntamos nossas coisas, retocamos o filtro solar e seguimos viagem.

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Já passava das 13h quando recomeçamos a pedalar, a temperatura estava alta demais, não havia uma sombra sequer, as subidas não acabavam nunca, a água para beber estava ficando quente, até que achamos uma sombra bem pequena e ficamos sentados ali por uns 20 ou 30 minutos, de onde eu avistava uma casa com uma criança tomando banho de chuveirão na rua, e que inveja que eu fiquei!! Essa tarde foi a parte mais difícil da viagem, onde o calor realmente estava nos castigando.

Em compensação, não nos cansávamos de admirar o visual em nossa volta…

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Mais um pneu furou, o da minha bike. Paramos para trocar a câmara e meus pés doíam muito, inchados pelo calor e esforço. Comecei a ter câimbras, resolvi usar o tênis do Ari tamanho infinitamente maior que meus pés, que por sua vez estava usando sapatilhas e não precisava deles. Algumas vezes precisamos parar e bater nas casas de família pedindo água, pois nosso estoque acabava logo ou esquentava e fomos muito bem recebidos, gente simples, simpática e acolhedora. Sempre nos dando mensagens de incentivo.

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Já víamos a barragem de Palmeiras lá embaixo e numa das curvas com a terra muito seca o Ari escorregou e caiu! Sua primeira queda com as sapatilhas clipadas. Momento tensão: será que quebrou algo? Mas não foi nada grave, apenas joelho ralado. Ufa! Paramos em uma queda d’água onde nos refrescamos mais um pouco, ele lavou o machucado e seguimos até achar a pousada que tínhamos reservado – Casa das Palmeiras. Mais uma vez fomos muito bem recebidos, o simpático casal dono da pousada nos recebeu com duas latinhas de cervejas geladíssimas e um jantar delicioso: massa, galinha caipira, salada, farofa e sobremesas. Comemos muito bem e dormimos uma noite bem mais fresca que a anterior, entrando pela janela do quarto uma brisa que vinha da barragem.

Semana que vem tem o terceiro e último dia dessa trip!

 

Postado originalmente em bikea2.wordpress.com

Look do dia para ir de bike

Oi gente!!

Os últimos dias em Floripa têm sido de muito calor e eu vim aqui mostrar um look do dia com uma peça que amo usar. Nesses dias vou direto escolhendo ele: o macaquinho!

O macaquinho é o queridinho desse verão, e pra gente que usa a bike no dia-a-dia é super prático e feminino. Aqui estou usando um modelo regata, o mais fresquinho possível.

Quando eu chego no escritório, depois de ambientada no ar condicionado sobreponho um blazer que traz uma elegância imediata à pessoa… 😉

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E você, curte macaquinhos? O que vc costuma usar quando sai de bike nesse calorzão? Conta pra gente!

😀